quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Escalada na Via Infravermelho

Por Leandro do Carmo

Escalada na Via Infravermelho

Data: 31/05/2026
Local: Urca – Rio de Janeiro – RJ
Participantes: Leandro do Carmo, Alice Carvalho e Marcos Lima

Vídeo da Escalada na Via Infravermelho


Relato da Escalada da via Infravermelho

A Alice estava me cobrando uma escalada havia algumas semanas, mas, por duas oportunidades, choveu no dia combinado. Como ela é que estava me chamando, eu não queria perder a oportunidade. Ela ainda me fez um pedido: a via não podia ser feita andando. Na escalada que havíamos feito, a via Recuperação, ela reclamou que conseguia andar em alguns trechos. Precisava achar uma via que fosse mais vertical, mas que não fosse tão difícil. Optei pela via Infravermelho, no setor dos Coloridos, no Morro da Urca.

Com o cancelamento do Rio nas Montanhas, diversos montanhistas se juntaram para organizar uma ATM (Abertura da Temporada de Montanhismo), a fim de não deixar passar em branco essa data simbólica. A Abertura da Temporada de Montanhismo (ATM) marca o início do período mais seguro e propício para a prática de esportes e caminhadas em áreas de altitude. No Brasil, essa época acontece geralmente entre abril e setembro, caracterizada por dias mais secos, menor incidência de chuvas e temperaturas mais amenas.

Organizamos algumas cordadas, e a Alice fez questão de que eu chamasse o Velhinho para escalar conosco. Falei com ele e fechamos nossa cordada de três. Na noite anterior, choveu um pouco em algumas regiões do Rio e de Niterói e, no domingo de manhã, assim que acordei, fui conferir as mensagens e vi que já tinha gente desistindo. O Velhinho me avisou que estava chovendo em Itaipu. Conferi o radar meteorológico e vi que havia alguns núcleos de chuva, mas nada na região da Urca. Confiantes de que daria para escalar, seguimos para a Urca.

Conseguimos estacionar bem o carro e aproveitamos para tomar um café lá no Árabe Urca. De lá, seguimos para o ponto de encontro, em frente à Praia Vermelha. Ali, dividimos as cordadas e seguimos para a Pista Cláudio Coutinho. Um grupo foi para o Babilônia e o outro seguiu para a Face Norte do Morro da Urca.

Entramos na rampa que dá acesso a diversas vias, e a linha da via Vermelho estava bem molhada. Achei até que a Infravermelho também estivesse, mas estava seca. Fomos até a base, onde nos arrumamos, e saí para guiar a primeira enfiada. Fui subindo tranquilo por uma cristaleira e logo protegi no primeiro grampo, seguindo uma sequência com boas agarras. Optei por fazer enfiadas mais curtas. Montei a parada, e a Alice veio em seguida, junto com o Velhinho. Ela subiu bem, sem problemas.

Com todos na parada e com o gelo quebrado, saí para a segunda enfiada. Essa eu senti que foi um pouco mais difícil, apesar das agarras sólidas e bem distribuídas. A Alice, novamente, subiu sem problemas, conseguindo dominar bem os lances e fazer uma boa leitura. Já fiquei despreocupado. A terceira enfiada também foi tranquila, e me surpreendi com o quanto estava seca. Havia muita vegetação em volta. Já embaixo da grutinha, dei segurança ao Velhinho e à Alice, que chegaram sem problemas. Nós nos desequipamos, seguimos pela trilha e resolvemos ir até o Morro da Urca. Lá de cima, vimos o grupo que estava na Face Norte. Pegamos uma água e seguimos descendo.

No meio do caminho, encontramos uma mulher sentada, reclamando de muitas dores no tornozelo. A família estava lá, sem saber o que fazer. Liguei para os bombeiros e acionei o resgate. De lá, seguimos para a Praia Vermelha, onde encontramos o pessoal que estava reunido para comemorar a nossa ATM. Tinha bastante gente, e valeu o esforço para organizar esse encontro. Aproveitamos para fazer um lanche e depois seguimos embora.

Pouca gente acreditava que daria escalada, mas o dia foi perfeito. É aquela velha máxima de que “escalada só se desmarca na base”.

















quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Regata Mestre Inácio

Por Leandro do Carmo

Regata Mestre Inácio

Data: 24/05/2026
Local: São Francisco - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo Lima



Regata Mestre Inácio







Relato

Essa seria a segunda regata do Ranking da Flotilha Ventania, do Praia Clube São Francisco. Quando saiu a Instrução de Regata, fiquei animado, pois as duas possibilidades percurso eram interessantes. Uma largava no PCSF, seguia até boia da Maria Theresa, após a Ilha do Boa Viagem, depois seguia para a boia verde em frente ao Prevela, montava a boia encarnada do ICI, voltava na boia verde e terminava entre a Torre do PCSF e uma boia laranja. O outro percurso largava no PCSF, seguia para a boia de Perigo isolado em Jurujuba, montava a boia verde em frente ao Prevela, montava a boia encarnada do ICI, voltava na boia verde e terminava entre a Torre do PCSF e uma boia laranja. Agora era esperar e verificar no dia, qual seria o percurso.

Chegamos cedo ao Prevela e começamos a montar os barcos. Como tínhamos tempo, pudemos fazer tudo com calma. Mas, mesmo assim, sempre temos algum contratempo na saída. Dessa vez, conseguimos levar 7 dingues e só não levamos mais porque não tinha timoneiro. Saímos com um vento fraco e chegamos ao PCSF por volta das 13h 20min. Verifiquei na comissão de regata que o percurso seria o da boia da Maria Theresa, o mais longo. O vento não estava dos melhores, mas as condições eram boas.

Foi dado o sinal de 5 minutos e tratei de identificar a melhor estratégia para a largada. Dessa vez conseguimos largar bem e mantivemos um bom ritmo durante esse primeiro trecho da regata e mantendo boa distância para os que vinham atrás. O vento foi aumentando a medida que nos aproximávamos da Ilha da Boa Viagem. Assim que a ilha estava a nosso boreste, entramos numa empopada até montar a boia. Acho que abrimos muito e perdemos um pouco da distância que tínhamos para os barcos de trás.

O vento melhorou consideravelmente e seguimos para a boia. Estávamos disputando o terceiro e quarto lugares, mas perdi duas posições nessa perna, montando a boia verde em quarto lugar. Dali segui firme na quarta posição e fiz minha melhor manobra, montando a boia. Só que a decisão de mudar o bordo, não foi feliz e acabei perdendo a quarta posição. Segui em quinto até o final da regata. Apesar dessa última tomada de decisão não ter sido a melhor, fiquei bem satisfeito com o desempenho. Aos poucos vamos melhorando.

Fizemos uma parda no PCSF e aguardamos a premiação, indo embora em seguida. Aí é aquele trabalho de sempre, desmonta barco, arruma tudo, carrega barco....

Terminamos tudo eram quase 19h. Um dia longo! Aguardando ansioso a próxima regata.

Regata Mestre Inácio


Súmula da Regata 

Regata Mestre Inácio

Regata Mestre Inácio



Regata Mestre Inácio
Regata Mestre Inácio



terça-feira, 11 de agosto de 2026

Conquista da via Paredão Juaratan Câmara

Por Leandro do Carmo

Olá pessoal, nova via no Morro do Morcego, em Niterói.

É uma via com uma linha interessante e com lances variados, com destaque para a última enfiada. A base fica depois da via Paredão Leandro Pestana, à direita da pedreira do Morro do Morcego. Trata-se de um projeto antigo, iniciado em 2008, por Leandro Pestana dificuldade de acesso ao local inibiu novas conquistas e a escalada nonsetor durantes anos. Porém,.tudo melhorou com a desapropriação da área para a criação do Parque Municipal do Morro do Morcego.

O nome da via é em homenagem ao meu grande amigo e Escalador Juratan Câmara, que há anos vem contribuindo para o Montanhismo. O incansável Juratan!

Paredão Juratan Leite Câmara – 3° IVsup E1/E2 D1 215m

Conquistadores: Leandro do Carmo, Leandro Conrado e Alan Melo (2025)

Croqui

Croqui via Paredão Juratan Câmara



Primeira Ivestida: https://www.pitbullaventura.com.br/2025/10/conquista-da-via-paredao-jurantan.html?m=1

Segunda Investida: https://www.pitbullaventura.com.br/2025/10/conquista-no-morro-do-morcego-paredao.html?m=1

Terceira Investida: https://www.pitbullaventura.com.br/2025/10/conquista-no-morro-do-morcego-paredao_0337515078.html?m=1



sexta-feira, 31 de julho de 2026

Exploração no Morro do Morcego

Por Leandro do Carmo

Exploração no Morcego

Data: 23/05/2026
Local: Morro do Morcego - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo, Marcos Lima Velhinho, Washington Portela e Cleber Gomes

Depois que fiz uma exploração no Morro do Morcego junto com o Luis e o Jorge, onde encontramos uma sequência de grampos à esquerda da pedreira e que segue na crista da Face Norte, fiquei intrigado de onde a via começaria. Eu cheguei a descer um pouco, mas olhando de cima não via mais nenhum grampo para baixo. Tinha que voltar lá e olhar com calma para tentar achar a base dessa suposta via. Como o final de semana seria de tempo instável, aproveitei a oportunidade.

Chamei o Velhinho, ele reclamou como nunca, mas foi como sempre! O Portela e Cleber se juntaram a nós. Combinamos de nos encontrar as 8h no ponto final de ônibus 33, em Jurujuba. Chegamos todos quase juntos. Dali já mostrei onde era o único local que ainda não tinha ido e que poderia ser a base da via. Seguimos andando e num determinado ponto da estradinha que leva à praia do Morcego, subimos num talvegue bem visível. Dali fui subindo por um caminha na qual já havia feito antes. Tentamos alguns caminhos, mas nenhum vestígio de base de via.

Havia identificado o local onde havia subido com o Jorge e o Luis, então descemos mais um pouco. Com um pouco de dificuldade abrimos uma picada até um local onde era possível acessar a parede. Era o único local onde dava para acessar e que eu ainda não havia ido, mas muito pouco provável, pelas condições, que alguém tivesse passado por ali. Já no alto, reconheci o platô de tentei descer um pouco. Quando estava em pé, apoiado num arbusto, senti a base de onde meu pé estava cedendo. Quando olhei, tinha uma jiboia enrolado. Eu estava pisando nela. Ela começou a se mexer e eu dei logo um pulo para trás, subindo rapidamente. O Velhinho não perdeu a oportunidade de perguntar: “O que a gente estava fazendo ali?”

Bom, eu queria achar a via, mas nada feito. Não fazia sentido aquela sequência de grampos sem uma base. Só poderia ter sido uma conquista de cima para baixo. Mas isso, talvez a gente nunca descubra. De qualquer forma o acesso ficou razoável e na próxima vez, vou voltar para fazer a via partindo dali.

Voltamos até a praia do Morcego e encontramos o Magal indo escalar, falamos da Leandro Pestana, via nova que havíamos conquistado, e ele se interessou em fazer. Ainda demos uma volta pelo local, indo até a base das vias e depois retornamos.

Mais tarde descobriria que a via se chama De Mal a Dior, aí é uma outra história...

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego


terça-feira, 28 de julho de 2026

Escalada na Verruga do Frade

Por Leandro do Carmo

Escalada na Verruga do Frade


Verruga do Frade

Data: 16/05/2026
Local: Parque Nacional da Serra dos Órgãos - Guapimirim – RJ
Participantes: Leandro do Carmo, João Pedro, Igor, Léo e Sarah

Vídeo da Escalada na Verruga do Frade


Relato da Escalada na Verruga do Frade

Tem escaladas que marcam. A Verruga do Frade foi uma delas. Coisas do tipo que só que faz vai entender. O motivo, nem sempre tem uma lógica, talvez pelo momento, talvez pelo desafio, talvez pelas pessoas que estavam presentes, ou tudo isso junto... O que eu sei é que ela tem um significado especial para mim. Tive a oportunidade de subi-la em duas oportunidades. Já fazia um tempo que queria voltar, mas nas outras oportunidades que havia marcado, o tempo não ajudou. Mas dessa vez foi diferente. As condições estavam perfeitas. Então vamos ver como foi.

Já havia combinado com o Velhinho de escalar a Verruga na ATM do Parque Nacional da Serra dos Órgãos - PARNASO, porém, na semana anterior ao evento, ele disse que não poderia ir. Como já havia aberto a escalada na grade de atividades do Clube Niteroiense de Montanhismo, precisava de alguém que pudesse me ajudar nessa empreitada. Lembrei do João, pois já havíamos tentado ir uma vez, mas as condições do tempo não permitiram. Durante a semana, algumas pessoas desistiram e outras confirmaram e assim fechamos e combinamos tudo para o dia.

Saímos de Niterói as 5h. No carro fomos eu, Igor e João. Paramos na estrada para tomar um café da manhã e de lá seguimos para a sede do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Até que estava vazio, já peguei dias mais complicados. Encontramos o Léo e a Sarah, que iriam conosco. Preenchemos o termo e de lá, seguimos para o estacionamento, onde deixamos os carros e iniciamos a caminhada.

Estava uma manhã relativamente fresca, se comparada à outras vezes que havia ido ao PARNASO. Antes de começar a trilha após a barragem, já havia tirado a segunda pele. Caminhamos rápidos e fizemos uma pequena parada no local do Abrigo 1. Dali seguimos direto até ao ponto onde ficava o Abrigo 2, o início da trilha de acesso. Aproveitei para pegar água, mesmo com o Jorge falando que tinha água lá embaixo. Porém, não tinha certeza se encontraria água nos pequenos córregos mais abaixo, preferi não arriscar e enchi as duas garrafas.

Começamos a caminhar e de cara já deu para perceber que estaria bem fechada. Num ponto, fiquei na dúvida se estaria certo, foi preciso olhar com calma para poder confirmar o caminho. Seguimos descendo e no ponto onde poderíamos pegar água, estava praticamente seco. Daria muito trabalho para conseguir água ali. Ainda bem que peguei água lá em cima.

Continuamos no trecho bem fechado e já ligou o alerta para a volta, tínhamos que passar naquele trecho ainda com luz do dia. A caminho abriu, e já estávamos próximo da pior subida. Assim que entramos nela, havia uma árvore caída que dificultou bastante. Ainda passamos por alguns trechos ruins, até que havíamos chegado à crista. Ali melhorou e seguimos subindo sem problemas. Mais acima, pegamos um trecho com forte erosão e tivemos que literalmente fazer uma escalada em barranco, até brinquei que essa modalidade não havia sido abordada no Curso Básico.

Enfim, havíamos chegado ao “Paredão Roi Roi”, um pequeno trecho de escalada. Para agilizar o João Pedro subiu e fixou uma corda e seguimos por ela. Fomos bem rápidos. Algumas nuvens encobriram o Nariz do Frade, mas foi só avançarmos um pouco que ele apareceu e aí pudemos ter noção exata de sua dimensão. Já estávamos quase na base e precisamos de poucos minutos para estarmos de frente para a grande chaminé. Aproveitamos para descansar, comer algo e nos preparar para a escalada.

Como já havia guiado essa chaminé, o João tomou a dianteira e para adiantar, deixaríamos duas cordas fixas para os participantes. O João optou por subir mais para dentro, justamente na parte mais estreita. E não foi fácil. De baixo vi que estava duro, mas ele seguiu firme. Depois que chegou ao platô, comecei a subir e optei em começar bem por fora, onde a chaminé é mais larga. Como ele optou por costurar o segundo grampo, isso dificultou um pouco, mas logo que cheguei lá, tirei a costura e voltei para a parte de fora.

Eu havia emprestado minha joelheira para o João, e tive que pegar uma emprestada com o Igor, pois ir lá na parte estreita, detonou meu joelho. Depois que consegui puxar a joelheira e colocá-la, com muita dificuldade, a escalada fluiu melhor. Então ficam essas três dicas: Escalar por fora (parte mais larga da chaminé); não costurar o segundo grampo (esse bem para dentro e na parte estreita); e levar uma joelheira.

Já no platô, descansei um pouco e ajeitei as cordas, puxando uma para preparar a subida da próxima enfiada. Aquele lance do platô antes de entrar no buraco estava completamente seco. Dei umas dicas para o João que tocou rápido. Enquanto ele subia, a Sarah chegou e descansou um pouco. O Igor e o Léo vieram em seguida, também escalando por fora. Depois que eu tirei a costura do grampo de dentro, ficou mais fácil para quem vinha atrás.

Assim que o João chegou, passei as dicas para a Sarah e comecei a escalar. Subi rápido esse trechinho e entrei no buraco, me posicionando bem. Segui agachado, procurando os bons pés que tem ali, até chegar ao final do corredor. Ali tem algumas pedras entaladas que lembram o filme “127 Horas”. Quem já viu, vai entender... Subi e a Sarah veio em seguida. Aproveitei para descansar um pouco e comer algo. Fiquei olhando para a o trecho da Travessia da Neblina para ver se encontrava o Jorge, mas nada. O livro de cume estava fora do local e completamente enxarcado. Uma pena. Separei ele para levar, já recuperei alguns. Esse com certeza tinha jeito.

Depois de um lanche rápido, nos preparamos para subir a Verruga, um grande matacão em cima do Nariz do Frade. Passei para o João uma fita longa que ele colocou no penúltimo grampo. Fixou novamente a corda. Dali subimos direto enquanto o Igor o Léo chegavam. Lá no cume conseguimos uma visão 360º. Desde a Baía de Guanabara ao fundo até Teresópolis. Um espetáculo. O Dedo de Deus bem a nossa frente roubava a cena. Conseguíamos ver algumas pessoas no Cabeça de Peixe.

O Léo e o Igor chegaram em seguida e juntos pudemos comemorar. Uma escalada fantástica. As condições estavam perfeitas. Nesse momento o Jorge nos chamou de longe fez algumas fotos bem de longe. O tempo foi passando e o caminho de volta era longo. Estava na hora de descer. Montei o rapel, sem lembrar muito bem se com uma corda só daria para chegar ao platô. Comecei a rapelar logo vi que chegaria tranquilamente. No grande platô novamente, comecei a preparar o segundo rapel, esse com duas cordas de 60 metros, para ir direto à base.

O João chegou e me ajudou. Dali, descemos até a base e reforcei o lanche. Nos arrumamos e começamos a descer a trilha. Tinha a preocupação de pegar aquele trecho final sem luz do dia, mas de acordo com meus cálculos, daria tempo. Fizemos um rapel o “Roi Roi” sem problemas e chegamos no local do antigo Abrigo 2 com pouca luz. O suficiente. Ainda caminhei um bom trecho sem lanterna, acendendo apenas depois do antigo Abrigo 1. Aí, foi só andar...

Fui descendo na torcida de conseguir tomar um banho quente na área de camping. E não é que a torcida deu certo? Tomei um banho, que reforçou o ânimo. Passamos no evento, onde consegui comprar algo para comer e de lá seguimos viagem de volta.

Muita gente costuma pedir..., mas eu gosto sempre é de agradecer a oportunidade que eu tenho de poder estar nesses lugares e sempre bem acompanhado!


Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade


Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade


Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade