terça-feira, 28 de julho de 2026

Escalada na Verruga do Frade

Por Leandro do Carmo

Escalada na Verruga do Frade


Verruga do Frade

Data: 16/05/2026
Local: Parque Nacional da Serra dos Órgãos - Guapimirim – RJ
Participantes: Leandro do Carmo, João Pedro, Igor, Léo e Sarah

Vídeo da Escalada na Verruga do Frade


Relato da Escalada na Verruga do Frade

Tem escaladas que marcam. A Verruga do Frade foi uma delas. Coisas do tipo que só que faz vai entender. O motivo, nem sempre tem uma lógica, talvez pelo momento, talvez pelo desafio, talvez pelas pessoas que estavam presentes, ou tudo isso junto... O que eu sei é que ela tem um significado especial para mim. Tive a oportunidade de subi-la em duas oportunidades. Já fazia um tempo que queria voltar, mas nas outras oportunidades que havia marcado, o tempo não ajudou. Mas dessa vez foi diferente. As condições estavam perfeitas. Então vamos ver como foi.

Já havia combinado com o Velhinho de escalar a Verruga na ATM do Parque Nacional da Serra dos Órgãos - PARNASO, porém, na semana anterior ao evento, ele disse que não poderia ir. Como já havia aberto a escalada na grade de atividades do Clube Niteroiense de Montanhismo, precisava de alguém que pudesse me ajudar nessa empreitada. Lembrei do João, pois já havíamos tentado ir uma vez, mas as condições do tempo não permitiram. Durante a semana, algumas pessoas desistiram e outras confirmaram e assim fechamos e combinamos tudo para o dia.

Saímos de Niterói as 5h. No carro fomos eu, Igor e João. Paramos na estrada para tomar um café da manhã e de lá seguimos para a sede do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Até que estava vazio, já peguei dias mais complicados. Encontramos o Léo e a Sarah, que iriam conosco. Preenchemos o termo e de lá, seguimos para o estacionamento, onde deixamos os carros e iniciamos a caminhada.

Estava uma manhã relativamente fresca, se comparada à outras vezes que havia ido ao PARNASO. Antes de começar a trilha após a barragem, já havia tirado a segunda pele. Caminhamos rápidos e fizemos uma pequena parada no local do Abrigo 1. Dali seguimos direto até ao ponto onde ficava o Abrigo 2, o início da trilha de acesso. Aproveitei para pegar água, mesmo com o Jorge falando que tinha água lá embaixo. Porém, não tinha certeza se encontraria água nos pequenos córregos mais abaixo, preferi não arriscar e enchi as duas garrafas.

Começamos a caminhar e de cara já deu para perceber que estaria bem fechada. Num ponto, fiquei na dúvida se estaria certo, foi preciso olhar com calma para poder confirmar o caminho. Seguimos descendo e no ponto onde poderíamos pegar água, estava praticamente seco. Daria muito trabalho para conseguir água ali. Ainda bem que peguei água lá em cima.

Continuamos no trecho bem fechado e já ligou o alerta para a volta, tínhamos que passar naquele trecho ainda com luz do dia. A caminho abriu, e já estávamos próximo da pior subida. Assim que entramos nela, havia uma árvore caída que dificultou bastante. Ainda passamos por alguns trechos ruins, até que havíamos chegado à crista. Ali melhorou e seguimos subindo sem problemas. Mais acima, pegamos um trecho com forte erosão e tivemos que literalmente fazer uma escalada em barranco, até brinquei que essa modalidade não havia sido abordada no Curso Básico.

Enfim, havíamos chegado ao “Paredão Roi Roi”, um pequeno trecho de escalada. Para agilizar o João Pedro subiu e fixou uma corda e seguimos por ela. Fomos bem rápidos. Algumas nuvens encobriram o Nariz do Frade, mas foi só avançarmos um pouco que ele apareceu e aí pudemos ter noção exata de sua dimensão. Já estávamos quase na base e precisamos de poucos minutos para estarmos de frente para a grande chaminé. Aproveitamos para descansar, comer algo e nos preparar para a escalada.

Como já havia guiado essa chaminé, o João tomou a dianteira e para adiantar, deixaríamos duas cordas fixas para os participantes. O João optou por subir mais para dentro, justamente na parte mais estreita. E não foi fácil. De baixo vi que estava duro, mas ele seguiu firme. Depois que chegou ao platô, comecei a subir e optei em começar bem por fora, onde a chaminé é mais larga. Como ele optou por costurar o segundo grampo, isso dificultou um pouco, mas logo que cheguei lá, tirei a costura e voltei para a parte de fora.

Eu havia emprestado minha joelheira para o João, e tive que pegar uma emprestada com o Igor, pois ir lá na parte estreita, detonou meu joelho. Depois que consegui puxar a joelheira e colocá-la, com muita dificuldade, a escalada fluiu melhor. Então ficam essas três dicas: Escalar por fora (parte mais larga da chaminé); não costurar o segundo grampo (esse bem para dentro e na parte estreita); e levar uma joelheira.

Já no platô, descansei um pouco e ajeitei as cordas, puxando uma para preparar a subida da próxima enfiada. Aquele lance do platô antes de entrar no buraco estava completamente seco. Dei umas dicas para o João que tocou rápido. Enquanto ele subia, a Sarah chegou e descansou um pouco. O Igor e o Léo vieram em seguida, também escalando por fora. Depois que eu tirei a costura do grampo de dentro, ficou mais fácil para quem vinha atrás.

Assim que o João chegou, passei as dicas para a Sarah e comecei a escalar. Subi rápido esse trechinho e entrei no buraco, me posicionando bem. Segui agachado, procurando os bons pés que tem ali, até chegar ao final do corredor. Ali tem algumas pedras entaladas que lembram o filme “127 Horas”. Quem já viu, vai entender... Subi e a Sarah veio em seguida. Aproveitei para descansar um pouco e comer algo. Fiquei olhando para a o trecho da Travessia da Neblina para ver se encontrava o Jorge, mas nada. O livro de cume estava fora do local e completamente enxarcado. Uma pena. Separei ele para levar, já recuperei alguns. Esse com certeza tinha jeito.

Depois de um lanche rápido, nos preparamos para subir a Verruga, um grande matacão em cima do Nariz do Frade. Passei para o João uma fita longa que ele colocou no penúltimo grampo. Fixou novamente a corda. Dali subimos direto enquanto o Igor o Léo chegavam. Lá no cume conseguimos uma visão 360º. Desde a Baía de Guanabara ao fundo até Teresópolis. Um espetáculo. O Dedo de Deus bem a nossa frente roubava a cena. Conseguíamos ver algumas pessoas no Cabeça de Peixe.

O Léo e o Igor chegaram em seguida e juntos pudemos comemorar. Uma escalada fantástica. As condições estavam perfeitas. Nesse momento o Jorge nos chamou de longe fez algumas fotos bem de longe. O tempo foi passando e o caminho de volta era longo. Estava na hora de descer. Montei o rapel, sem lembrar muito bem se com uma corda só daria para chegar ao platô. Comecei a rapelar logo vi que chegaria tranquilamente. No grande platô novamente, comecei a preparar o segundo rapel, esse com duas cordas de 60 metros, para ir direto à base.

O João chegou e me ajudou. Dali, descemos até a base e reforcei o lanche. Nos arrumamos e começamos a descer a trilha. Tinha a preocupação de pegar aquele trecho final sem luz do dia, mas de acordo com meus cálculos, daria tempo. Fizemos um rapel o “Roi Roi” sem problemas e chegamos no local do antigo Abrigo 2 com pouca luz. O suficiente. Ainda caminhei um bom trecho sem lanterna, acendendo apenas depois do antigo Abrigo 1. Aí, foi só andar...

Fui descendo na torcida de conseguir tomar um banho quente na área de camping. E não é que a torcida deu certo? Tomei um banho, que reforçou o ânimo. Passamos no evento, onde consegui comprar algo para comer e de lá seguimos viagem de volta.

Muita gente costuma pedir..., mas eu gosto sempre é de agradecer a oportunidade que eu tenho de poder estar nesses lugares e sempre bem acompanhado!


Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade


Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade


Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade

Verruga do Frade


quinta-feira, 9 de julho de 2026

Escalada na Via Leandro Pestana

Por Leandro do Carmo

Escalada na via Leandro Pestana

Data: 10/05/2026

Local: Morro do Morcego - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Luis Avelar

Vídeo da Via Leandro Pestana


Precisava de uma companhia para repetir uma via recém conquistada no Morro do Morcego, a via Leandro Pestana. Precisava fechar o croqui, substituir um grampo e retirar duas chapeletas que ficaram fora da via. Convidei o Luis que aceitou a missão. Como ele tinha outra escalada marcada para a parte da tarde, tivemos que marcar bem cedo.

Nos encontramos as 6h da manhã no ponto final do ônibus 33, em Jurujuba. Encontramos também o Daniel, a Ana Carolina e mais um, que não recordo o nome. Eles foram fazer a Celina Alvarenga. Seguimos andando para a base. O dia estava aberto e o sol de outono é bem agradável. O Luis começou guiando e fui em seguida, colocando uma chapeleta na altura do segundo grampo, um pouco mais para a esquerda. Dali subi até a parada, onde retirei a chapeleta que havia ficado mal batida. Achei um grampo batido bem a esquerda, próximo a borda da pedreira. Quem bateu o grampo ali, se continuar subindo, vai fazer uma linha interessante.

O Luis seguiu para a próxima, fazendo uma enfiada mais curta, recomendada para esse trecho onde pegamos o primeiro crux. Subi e fui direto ao ponto onde o Velhinho havia colocado uma chapa, mas durante a conquista resolvemos ir por outro caminho. Deixei o parabolt ali, caso alguém queira fazer uma variante. Na terceira enfiada o Luis subiu até a dupla de grampos, esticando 60 metros, ficando no limite da corda. O ideal seria parar logo após o platô de vegetação, onde tem uma dupla de uma outra via na qual estou tentando descobrir de quem é a conquista. Subi até ele, de onde seguimos até o cume do Morcego.

Enfim, via pronta. Mais uma para a face norte do Morro do Morcego. Uma vista fantástica de boa parte da cidade.


Via Leandro Pestana

Via Leandro Pestana

Via Leandro Pestana



quarta-feira, 8 de julho de 2026

Regata Transararuama 2026

Por Leandro do Carmo

Regata TransAraruama 2026

Data: 02/05/2026
Local: São Pedro da Aldeia – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Marcelo de Barros

Regata Transararuama 2026



Histórico da Regata TransAraruama

A Regata TransAraruama é o maior evento de vela da Região dos Lagos (RJ), realizado anualmente na Laguna de Araruama — a maior lagoa hipersalina do mundo. A competição reúne centenas de velejadores profissionais e amadores em um cenário privilegiado entre os municípios de São Pedro da Aldeia e Araruama, consolidando-se como referência no turismo esportivo e náutico da região.

A regata carrega uma trajetória de mais de 30 edições históricas, originalmente promovidas pelo Camping Clube do Brasil (CCB), cuja chegada acontecia na antiga sede do clube em Ponte dos Leites, hoje desativada. Essa longa tradição evidencia a vocação náutica antiga da Laguna de Araruama.Em maio de 2024, o evento ganhou uma nova era ao ser retomado oficialmente pela AVELA – Associação dos Velejadores da Lagoa de Araruama, que assumiu a organização e o transformou em um evento anual de domínio público, estando na sua terceira edição.

A largada acontece Praia da Praça das Águas (Praça Hermógenes Freire da Costa), no centro de São Pedro da Aldeia, escolhida pela excelente infraestrutura — tendas, cercados para guarda dos barcos, banheiros e segurança. A chegada é na Praia das Virtudes, em Praia Seca (Araruama), local livre de pedras e bancos de areia, com ampla área para atracação segura e suporte da Escola de Vela UPWIND 1.

Vídeo da Regata Transararuama

Relato da Regata Transararuama

Eu acompanhei a criação da AVELA e os trabalhos para reativar a Transararuama e tinha uma vontade muito grande em participar dessa regata. A primeira regata do que eles apelidaram da “era moderna” foi em 2024 e eu não tinha experiência para poder participar. A de 2025, não consegui ajustar a logística. Não poderia deixar passar esse ano. A opção que tinha para esse ano era ficar na casa da minha avó em Figueira e partir dali, visto que o final da regata era em Praia Seca, bem ao lado. Meu irmão topou ajudar na logística, me levando até São Pedro da Aldeia e retornando com o carro. Assim, combinei com a família de aproveitar o feriado lá na região.

Primeira parte da logística foi ajustada. Faltava agora resolver se eu iria sozinho no meu Europa ou se conseguiria levar algum Dingue para correr com alguém. Confesso que estava bem na dúvida, pois a regata do ano passado foi muito dura por conta do forte vento. Não sabia se estava preparado. O tempo foi passando e conversando com o Marcelo, ele topou de participar. Com uma pessoa mais experiente, ficaria mais fácil. Com tudo resolvido, era preparar tudo e escolher o barco na qual iríamos.

O Marcelo acabara de reformar um Ipanema que ele havia adquirido e ele sugeriu que fôssemos nele. Aceitei de primeira e começamos a nos organizar. Primeiro, sugeri que ele fizesse um reforço no ponto os estais eram presos no mastro. Outro ponto, foi a reforma da parte elétrica do reboque, que tive que ajustar. Foi tudo muito corrido, mas conseguimos resolver os pequenos problemas.

Combinamos de viajar na sexta-feira e passaríamos no Prevela para pegar o barco. Mas lembra quando falei que foi tudo corrido? Pois é... Na sexta, meu pai conseguiu um eletricista para fazer a parte elétrica e deixou os cabos montados nas lanternas, eu precisava só colocar no reboque. Só que quando fui fazer isso na quinta a noite, os fios eram pequenos e tive que aumentar tudo e tome cortar fio, descascar fio, emendar fio, parafusar lanterna.... Como tudo pode piorar... Estava escuro e usava uma lanterna de cabeça para conseguir enxergar, até que começou a chover. Aí foi derrota. Ter que ficar lá na chuva, não foi fácil. Mas ao final, deu tudo certo.

Na sexta de manhã, acordei cedo e seguimos para o Prevela. Lá amarramos o barco e pegamos todo o equipamento que levaríamos. Tinha bastante coisa. Ainda bem que o carro é grande. Seguimos viagem e logo após o Cafubá, um caminhão da CLIN, saiu sem sinalizar. Freei mais forte e um carro que vinha atrás deu uma leve batida, ainda bem não amassou nada... Primeira ocorrência... Já estávamos em Praia Seca, quando o carro da frente parou e na hora que pisei no freio, o carro não parou. Bati na traseira do carro da frente... Nada demais, porém o carro da frente amassou a tampa do porta-malas e eu fiquei com o capô levemente empenado. Segunda ocorrência... Pensei: “Pronto, vai dar tudo errado!”

Chegamos à casa da minha avó e aproveitei para dar um pulo na lagoa e tomar um banho. Não era sal grosso, mas do jeito que a lagoa de Araruama é salgada, achei que daria o mesmo resultado. Almoçamos e começamos a fazer os ajustes finais no barco. O que não foi fácil, terminamos por volta das 22h, porém tudo resolvido e prontos para a Transararuama.

Acordamos cedo e seguimos para São Pedro da Aldeia. Fizemos uma vigem rápida, fui bem devagar, já sabendo do problema no freio do carro. Chegamos cedo e conseguimos um excelente lugar para estacionar. Já tinha bastante barco e aos poucos mais barcos foram chegando. Montamos o nosso e aproveitei para regularizar a inscrição do Marcelo, para podermos conectar no aplicativo que seria utilizado para monitoramento durante a regata. Encontramos alguns amigos e o clima era bem agradável. Participamos da reunião de comandantes, que deu as orientações finais para a regata. Agora era só esperar o momento da largada.

Pelo cronograma, seríamos o segundo grupo a largar. E o procedimento para essa largada era ficar com o barco na água e após o sinal, subir no barco e partir. Fizemos os últimos ajustes e fomos para a água. Aguardamos o primeiro grupo sair e nos posicionamos, a espera da nossa vez. Largamos e seguimos em direção ao nosso destino. O Vento estava bem fraco e a velejada rendia pouco. Velejamos boa parte desse início acompanhando dois barcos da classe snipe. Começamos bem e bem ao fundo podíamos ver os outros barcos que largaram depois que a gente. Mantínhamos a distância.

Seguíamos velejando e em alguns pontos estava bem raso e era possível ver o fundo da lagoa. Dadas as condições e direção do vento, resolvemos levantar a vela balão. Eu nunca havia velejado com esse tipo de vela e sempre achava bem bonito. É claro que nosso barco não se comparava aos oceânicos, onde a vela balão se destaca, mas tem seu charme. Nesse momento assumi o leme e o Marcelo seguiu mareando a vela. Foi bem estressante e difícil, mas conseguimos seguir com um bom rendimento. Estávamos aproados à ponta da Acaíra, evitando ao máximo entrar nas enseadas. Em dados momentos, ficava numa posição bem desconfortável.

O vento foi aumentando e precisávamos acertar o rumo do ponto onde deveríamos montar a boia. A vela balão já não rendia tanto e decidimos descê-la. Mas não foi tão fácil quanto eu pensava. Mesmo tendo testado algumas vezes em terra, me enrolei um pouco e perdemos um pouco de tempo. Ajustamos tudo e continuamos em direção à boia. O vento foi melhorando e pelo arquivo do tracklog, atingimos a maior velocidade nesse trecho. Alguns barcos passavam bem distantes, outros mais próximos. Perto de montar a boia, vimos que alguns barcos se afastavam muito e resolvemos mudar a estratégia e em vez de montar a boia e voltar, seguimos mais e aí sim alteramos o bordo. Consegui descansar um pouco, estava exausto. E assim fomos seguindo até cruzar a linha de chegada.

Passando pelo barco da comissão, perguntamos em qual posição havíamos chegado e nos falaram que éramos os primeiros da nossa categoria. Bom, era esperar para ver. Já estava exausto. Procuramos um local para poder chegar com o barco e meus filhos me viram de longe e começaram a acenar. Seguimos até lá.

Não foi fácil, mas a missão estava cumprida. Foram 5 horas de velejada, percorrendo, aproximadamente, 28 km. Descansei um pouco e começamos a desmontar o barco e arrumar tudo. Meu irmão e meu tio nos ajudaram. Aproveitei para comer algo e dar uma volta para curtir o evento. O Marcelo confirmou que havíamos chegado em primeiro lugar na nossa categoria. E, particularmente, não estava muito confiante, mas a ficha só caiu quando chamaram meu nome e o Marcelo na hora da premiação. Nos dirigimos ao palco e levamos a bandeira do Prevela. Foi um orgulho subir ao pódio.

Para quem queria apenas participar da Transararuama, chegar em primeiro foi muito mais do que eu havia pensado. Que venham mais!


Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama



sexta-feira, 19 de junho de 2026

Regata Praiana

Por Leandro do Carmo

Regata Praiana – Ranking Flotilha Ventania PCSF

Data: 26/04/2026
Local: Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo Lima

Clique aqui para ver o Aviso de Regata

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Essa foi a primeira regata do Ranking Interno da Flotilha Ventania, do Praia Clube São Francisco, em 2026. A minha primeira participação foi em 2023, tendo participado em 2025 também. Tenho um carinho especial por essas regatas promovidas pelo PCSF, primeiro porque foi ali que eu aprendi a velejar, como já publiquei nos relatos anteriores e em segundo, porque o clima de amizade e acolhimento são os melhores possíveis. Nos sentimos em casa, literalmente!

Como sempre, chegamos cedo ao Prevela para as atividades e organizamos tudo. Montamos os barcos, mas sempre tem atraso. Saímos em cima da hora e com o vento fraco, fiquei com a impressão de que não chegaríamos a tempo. Porém, à medida que avançávamos, o vento foi aumentado. Mais uma vez, chegamos em cima da hora. Mas com tempo suficiente para entender como estavam as condições na hora da largada. A largada sempre foi um problema para mim, porém, o Comandante Horário ministrou algumas palestras sobre as regras e as coisas foram ficando mais claras.

Dessa vez consegui largar bem e seguimos para a boia localizada na ponta da Estrada Fróes. O vento havia melhorado consideravelmente. Perdi algumas posições, mas me mantive bem no meio do grupo. Contornamos a boia e seguimos para a próxima, que era uma colocada entre a Praça do Rádio Amador e o Prevela. Dali seguimos na empopada até montarmos a boia do ICI e voltamos no contravento, montamos novamente a boia e seguimos para a última perna, cruzando a linha de chegada em 8º no geral e em 3º na categoria.

Fomos para a premiação e de lá, seguimos para o Prevela, rebocados, pois o vento parou de vez. Aí vem todo aquele trabalho de sempre, desmonta barco, carrega tudo para cima...