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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Escalada na via De Mal a Dior, descobrindo uma nova via no Morro do Morcego

Por Leandro do Carmo

Escalada na via De Mal a Dior, descobrindo uma nova via no Morro do Morcego

Data: 04/07/2026
Local: Jurujuba – Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Igor






  Vídeo da Escalada na via De Mal a Dior

Relato da Escalada na via De Mal a Dior

Depois de ter ido algumas vezes ao Morcego e visto alguns grampos novos, fiquei curioso para escalar aquela via, ainda mais depois que vi que havia uma sequência começando na lateral esquerda da pedreira. Agora, a via tinha início e fim. Só faltava repetir. O Igor foi o único que aceitou o convite. Entramos bem cedo e fomos direto para o início. Já na base, vimos o Luis e o Leandro Pestana; eles estavam repetindo a via Paredão Leandro Pestana, que havia sido conquistada há alguns meses. Nós nos arrumamos e saí para guiar a primeira enfiada.

O começo estava bem sujo e havia bastante pedra solta. Estava até perigoso. Com cuidado, fui subindo e jogando para baixo as maiores. Algumas eu não podia mexer, então fui subindo com cautela. Subi bastante e resolvi descer para avaliar como fazer o último lance, talvez o crux da via. O Igor foi subindo e, em determinado momento, só ouvi ele gritar: “Pedra!”. Só deu tempo de encostar na parede e sentir a pancada seca no capacete. Se eu estivesse sem... Ele subiu dando um jeito, até chegar a uma dupla de grampos, onde montou a parada. Subi em seguida, dando mais uma limpada; como agora não havia ninguém embaixo, ficou mais fácil. Anotei a quantidade de proteções.

No crux, achei uma boa mão e consegui fazer o lance, chegando à parada. Dali, segui subindo, passando pelo trecho aonde havia chegado por trilha. Em seguida, contornei um grande platô formado por uma vegetação do tipo “trepadeira” e achei uma dupla de grampos, onde montei a segunda parada. O Igor subiu logo depois. Aproveitei para rascunhar o croqui. Dali, subi mais um trecho tranquilo, seguindo um antigo cabo de aço, até chegar a outra dupla de grampos, onde montei a terceira parada. Dali, já conseguia ver o Leandro Pestana. O Igor subiu rápido. A vista desse trecho era bem bonita.

O Luis havia subido e já estava na parada com o Leandro Pestana. Passei por ela e continuei subindo, esticando a corda ao máximo. Esse trecho final vira um costão e segue assim até o cume. De lá, emendamos as duas cordas e rapelamos até a base da Verdana Grill. O Leandro e o Luis ficaram para fazer a Verdana; eu e o Igor pegamos a trilha e fomos embora.

Sabia que daria para repetir a via, mesmo desconhecida... Fiz um croqui e publiquei no Instagram, na expectativa de aparecer o conquistador. E não é que ele apareceu! O Faia entrou em contato comigo, dizendo que havia conquistado a via e que o nome era “De Mal a Dior”. Ele me explicou que o nome vinha do fato de que morava no bairro de Vila Isabel, no Rio, onde havia tiroteios nas comunidades todos os dias. Quando mudou para Niterói, não escutou mais nada. Resultado: mudou de Mal a Dior. Dior foi um grande estilista; seus perfumes e roupas são caríssimos. Um mundo muito melhor, segundo o conquistador. A conquista foi do Faia e da Regina.

Não disse que daria para escalar a via? Se você leu o relato da Exploração do Morcego, vai entender melhor...

Via De Mal à Dior

Via De Mal à Dior

Via De Mal à Dior

Via De Mal à Dior

Via De Mal à Dior


sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Escalada na Via Mari do Metrô

Por Leandro do Carmo

Via Mari do Metrô

Data: 06/06/2026
Local: Jurujuba – Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Leandra Angelone

Via Mari do Metrô


Vídeo da escalada na via Mari do Metrô


Relato da escalada na Via Mari do Metrô

Ver o Morro do Morcego hoje, com várias vias de escalada, é uma vitória. Há muito tempo eu frequentava o local e sempre tínhamos problemas de acesso. Enquanto foi área privada, enfrentávamos dificuldades. Porém, depois que a Prefeitura de Niterói desapropriou a área, mesmo com os problemas de corrupção, tudo mudou. Quando escalei a Moby Dick pela primeira vez, eu e o Claudney tivemos que contornar o Morro do Morcego a partir da Praia de Adão. Deu um grande trabalho, e isso inviabilizava a escalada no local.

Depois que conquistei a via Leandro Pestana, queria marcar uma invasão para que pudéssemos escalar todas as vias da face, que hoje conta com cinco vias: Leandro Pestana, Juratan Câmara, Mari do Metrô, Moby Dick e Celina Alvarenga. Havia combinado com o Rafael, diretor técnico do Light, de fazermos uma invasão, porém as condições do tempo estavam bem ruins. Para nós, que moramos em Niterói, é tranquilo chegar lá e não conseguir escalar, mas, para quem mora no Rio, fica complicado. Assim, avisei ao Rafael que havia grande probabilidade de a parede estar molhada, mas que iríamos mesmo assim. O Rafael topou. Algumas pessoas do CNM desistiram, mas quem foi não se arrependeu.

Chegamos cedo a Jurujuba. Estava uma manhã fria, mas o céu estava completamente aberto. O sol já batia, mas ainda sem força para esquentar. O Vinícius foi o último a chegar. Organizamos as cordadas, tiramos uma foto e seguimos para a base das vias. Éramos 14 escaladores, nada mal. O portão de acesso estava fechado. Seguimos pela escada e pulamos o muro. Ainda bem que, hoje em dia, por enquanto, ninguém reclama mais. Em frente à pedreira, notei que haviaaberto uma via bem ao lado esquerdo, mais uma para repetir em breve...

Pela divisão das cordadas, eu faria a Mari do Metrô com a Leandra. A cordada do Vinícius também entraria nela. Eu ainda não havia feito essa via, apenas a parte final, quando entrei na Celina Alvarenga, há algum tempo, antes do término da conquista. Nós nos arrumamos e saí para guiar a primeira enfiada. Essa foi tranquila, só com um trechinho um pouco mais difícil. E estava tudo bem seco; por enquanto, sem problemas. Na parada,montei a segurança, e a Leandra veio em seguida, escalando bem rápido. O sol estava bem agradável. Lá de cima, conseguia ver as outras cordadas. O Leandro Conrado estava ao meu lado, na primeira parada da Moby Dick.

Saí para a segunda enfiada, um pouco mais suja que a primeira. Achei essa um pouco mais difícil. Passei por um trecho bem molhado, logo abaixo da parada. Dali, segui por um platô de vegetação até entrar novamente na parede. Esse trecho foi mais difícil que os anteriores. Vi que havia algumas agarras quebradas, o que me fez redobrar a atenção. O sol deu uma apertada; já sentia o calor irradiando da rocha, mas, como estamos no outono, nada que atrapalhasse. E já estávamos próximos ao final. Continuei subindo até chegar a uma parada dupla da Moby Dick. Faltava pouco até o cume. A Leandra veio em seguida e sentiu um pouco esse trecho final, mas chegou à parada. Ali descansamos um pouco.

A cordada do Leandro Conrado estava se aproximando e, para evitar que ficasse muita gente ali, assim que ele chegou, saí para o último trecho. A saída é delicada, e contornei um pouco mais pela esquerda, logo costurando uma chapeleta. Dali, segui para o lance final, um movimento em estilo boulder. Sabia que havia uma boa mão mais acima e me posicionei bem, subindo o pé direito na fenda. Depois que ganhei um pouco de altura, consegui jogar a outra mão mais acima, e tudo ficou mais fácil. Joguei a perna esquerda para cima e venci o lance rapidamente. Montei a parada, e a Leandra subiu em seguida. Parou na base. Dei algumas sugestões, mas ela acabou fazendo de um jeito diferente. Cada um encontra sua maneira.

Seguimos para o cume e aguardamos todos subirem. O dia estava lindo, e quem não conhecia o cume do Morro do Morcego o fez da melhor forma. Não havíamos conseguido escalar todas as vias da face, mas foi um dia perfeito em uma semana de dias chuvosos.

E mais uma vez, o ditado se comprova: “escalada só se desmarca na base.”


Fotos da escalada na Via Mari do Metrô



Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô


Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô

Via Mari do Metrô



sexta-feira, 31 de julho de 2026

Exploração no Morro do Morcego

Por Leandro do Carmo

Exploração no Morcego

Data: 23/05/2026
Local: Morro do Morcego - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo, Marcos Lima Velhinho, Washington Portela e Cleber Gomes

Depois que fiz uma exploração no Morro do Morcego junto com o Luis e o Jorge, onde encontramos uma sequência de grampos à esquerda da pedreira e que segue na crista da Face Norte, fiquei intrigado de onde a via começaria. Eu cheguei a descer um pouco, mas olhando de cima não via mais nenhum grampo para baixo. Tinha que voltar lá e olhar com calma para tentar achar a base dessa suposta via. Como o final de semana seria de tempo instável, aproveitei a oportunidade.

Chamei o Velhinho, ele reclamou como nunca, mas foi como sempre! O Portela e Cleber se juntaram a nós. Combinamos de nos encontrar as 8h no ponto final de ônibus 33, em Jurujuba. Chegamos todos quase juntos. Dali já mostrei onde era o único local que ainda não tinha ido e que poderia ser a base da via. Seguimos andando e num determinado ponto da estradinha que leva à praia do Morcego, subimos num talvegue bem visível. Dali fui subindo por um caminha na qual já havia feito antes. Tentamos alguns caminhos, mas nenhum vestígio de base de via.

Havia identificado o local onde havia subido com o Jorge e o Luis, então descemos mais um pouco. Com um pouco de dificuldade abrimos uma picada até um local onde era possível acessar a parede. Era o único local onde dava para acessar e que eu ainda não havia ido, mas muito pouco provável, pelas condições, que alguém tivesse passado por ali. Já no alto, reconheci o platô de tentei descer um pouco. Quando estava em pé, apoiado num arbusto, senti a base de onde meu pé estava cedendo. Quando olhei, tinha uma jiboia enrolado. Eu estava pisando nela. Ela começou a se mexer e eu dei logo um pulo para trás, subindo rapidamente. O Velhinho não perdeu a oportunidade de perguntar: “O que a gente estava fazendo ali?”

Bom, eu queria achar a via, mas nada feito. Não fazia sentido aquela sequência de grampos sem uma base. Só poderia ter sido uma conquista de cima para baixo. Mas isso, talvez a gente nunca descubra. De qualquer forma o acesso ficou razoável e na próxima vez, vou voltar para fazer a via partindo dali.

Voltamos até a praia do Morcego e encontramos o Magal indo escalar, falamos da Leandro Pestana, via nova que havíamos conquistado, e ele se interessou em fazer. Ainda demos uma volta pelo local, indo até a base das vias e depois retornamos.

Mais tarde descobriria que a via se chama De Mal a Dior, aí é uma outra história...

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego

Morro do Morcego


quinta-feira, 9 de julho de 2026

Escalada na Via Leandro Pestana

Por Leandro do Carmo

Escalada na via Leandro Pestana

Data: 10/05/2026

Local: Morro do Morcego - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Luis Avelar

Vídeo da Via Leandro Pestana


Precisava de uma companhia para repetir uma via recém conquistada no Morro do Morcego, a via Leandro Pestana. Precisava fechar o croqui, substituir um grampo e retirar duas chapeletas que ficaram fora da via. Convidei o Luis que aceitou a missão. Como ele tinha outra escalada marcada para a parte da tarde, tivemos que marcar bem cedo.

Nos encontramos as 6h da manhã no ponto final do ônibus 33, em Jurujuba. Encontramos também o Daniel, a Ana Carolina e mais um, que não recordo o nome. Eles foram fazer a Celina Alvarenga. Seguimos andando para a base. O dia estava aberto e o sol de outono é bem agradável. O Luis começou guiando e fui em seguida, colocando uma chapeleta na altura do segundo grampo, um pouco mais para a esquerda. Dali subi até a parada, onde retirei a chapeleta que havia ficado mal batida. Achei um grampo batido bem a esquerda, próximo a borda da pedreira. Quem bateu o grampo ali, se continuar subindo, vai fazer uma linha interessante.

O Luis seguiu para a próxima, fazendo uma enfiada mais curta, recomendada para esse trecho onde pegamos o primeiro crux. Subi e fui direto ao ponto onde o Velhinho havia colocado uma chapa, mas durante a conquista resolvemos ir por outro caminho. Deixei o parabolt ali, caso alguém queira fazer uma variante. Na terceira enfiada o Luis subiu até a dupla de grampos, esticando 60 metros, ficando no limite da corda. O ideal seria parar logo após o platô de vegetação, onde tem uma dupla de uma outra via na qual estou tentando descobrir de quem é a conquista. Subi até ele, de onde seguimos até o cume do Morcego.

Enfim, via pronta. Mais uma para a face norte do Morro do Morcego. Uma vista fantástica de boa parte da cidade.


Via Leandro Pestana

Via Leandro Pestana

Via Leandro Pestana



sexta-feira, 12 de junho de 2026

Conquista da Via Paredão Leandro Pestana

Por Leandro do Carmo

Olá pessoal, nova via no Morro do Morcego, em Niterói.

Trata-se de um projeto antigo, iniciado em 2008, por Leandro Pestana. Ficou parado por todo esse tempo devido a dificuldade de acesso, que foi resolvido com a desapropriação da área para a criação do Parque Municipal do Morro do Morcego.

É a primeira linha à direita da pedreira.

O nome da via é em homenagem ao Leandro Pestana que iniciou o projeto em 2008 e que conquistou diversas outras vias, contribuindo para o fortalecimento do Montanhismo.

Linha aproximada da via



Paredão Leandro Pestana – 3° IV E2/E1 D1 240m

Conquistadores: Leandro Pestana, Leandro do Carmo, Marcos Lima e Blanco P. Blanco (2008/2025)

Abaixo, os links para os relatos, fotos e vídeos das três investidas na qual fizemos.

Primeira Ivestida: https://www.pitbullaventura.com.br/2025/09/conquista-no-morro-do-morcego.html?m=1

Segunda Investida: https://www.pitbullaventura.com.br/2025/11/conquista-no-morro-do-morcego-projeto.html?m=1

Terceira Investida: https://www.pitbullaventura.com.br/2026/02/conquista-da-via-paredao-leandro.html?m=1

Croqui



segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Conquista no Morro do Morcego – Projeto antigo do Leandro Pestana – Segunda Investida

Por Leandro do Carmo

Conquista no Morro do Morcego – Projeto antigo do Leandro Pestana – Segunda Investida

Data: 04/10/2025
Local: Jurujuba - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Marcos Lima

Escalada no Morro do Morcego


Vídeo da conquista



Relato da conquista

Depois que reiniciamos o projeto, fiquei pensando na linha da conquista. Era hora de voltar. Estava fazendo muito calor, e minha ideia era apenas acertar o que havíamos iniciado na investida anterior, quando a broca quebrou e não consegui concluir o trecho. Perguntei ao Velhinho se ele queria ir lá. Ele tinha um compromisso, então resolvemos nos encontrar às 6h da manhã. Assim, ele ficaria livre cedo e, de quebra, evitaríamos o calor. Nos encontramos em frente à Igreja de São Pedro de Jurujuba. Dali seguimos para a base da via.

Nos arrumamos e eu segui guiando esse trecho, já preparado para colocar uma chapeleta nos primeiros 30 metros, deixando pronto o ponto de rapel. Dali, segui até a chapeleta que eu havia batido e que ficou para fora. Nesse ponto, coloquei uma parada dupla. O Velhinho subiu e, já na parada, resolveu continuar esse trecho. Pegou todo o equipamento de conquista e subiu por um caminho diferente do que eu havia feito na investida anterior.

Lá no alto, colocou uma chapeleta e eu subi em seguida, conferindo o caminho. Acabei indo para o local onde havia feito um furo na investida passada, ponto onde a broca quebrou. Ali percebi que esse era o melhor caminho. Foi difícil convencer o Velhinho, mas ele concordou. Peguei a furadeira e o material de conquista, colocando mais uma chapeleta. Dali subi um pouco e coloquei outra em um lance mais delicado. Me posicionei precariamente e comecei a furar. A perna começou a tremer. Não havia colocado cliff e, se caísse ali, iria em cima de um cacto e ainda pendularia, pois o Velhinho estava bem mais à esquerda. Consegui aliviar um pouco o peso e dei descanso para a perna. Antes mesmo de apertar a porca da chapeleta, já havia passado a solteira. Cair, eu não cairia mais.

Nem eram 8h da manhã e o sol já estava forte. Ainda bem que começamos cedo. Vi uma boa passada para cima e resolvi subir, colocando mais uma chapeleta. Olhei um trecho claro da rocha e subi em sua direção. Achei um bom pé e uma boa mão. Ali foi mais fácil e consegui colocar outra chapeleta. Uma cordada formada pela Letícia e pelo Hebert estava na Paredão Juratan Câmara, e desse ponto onde eu estava conseguia vê-los perfeitamente. Com a facilidade dessa instalação, resolvi arriscar e subir mais um pouco. Fui em direção a um buraco que ficava numa pequena diagonal para a esquerda. Com duas passadas, cheguei nele por baixo e percebi uma grande agarra. Dali subi um pouco e me posicionei no alto dele, colocando mais uma chapeleta.

Nesse ponto, fiquei na dúvida sobre o caminho a seguir. Havia duas opções: seguir numa diagonal para a esquerda, chegando a um bom platô e dali subir — mas eu não via boas agarras; ou seguir reto para cima de onde estava. A segunda opção era a mais curta para chegar ao grande platô de vegetação acima, mas talvez a mais difícil. Achei melhor descer e deixar para uma próxima investida. Desci de baldinho até a parada e o Velhinho subiu para repetir o lance recém-conquistado, rapelando em seguida. Tentamos tirar a porca do parabolt que havia ficado mal batido, mas não conseguimos. Tentaremos na próxima investida.

Na descida, aproveitei para duplicar o ponto de rapel. Já na base, ficamos observando a cordada da Letícia e do Hebert repetindo a Paredão Juratan Câmara. Conseguimos vê-los no crux. Ficamos ali vendo-os passar e só fomos embora quando os dois estavam na parada dupla, antes do cume.

Para quem iria apenas colocar as chapeletas que faltavam, até que avançamos bem na conquista.

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego

Escalada no Morro do Morcego