Por Leandro do Carmo
sábado, 24 de janeiro de 2026
Regata Jingle Bell 2025
Regata Copa Marcelo Gilaberte 2026
Por Leandro do Carmo
Data: 25/10/2025
Local: Enseada de São Francisco
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo
Participamos da regata promovida pelo Praia Clube São Francisco. O dia estava bem aberto e um vento constante. O percurso foi barla-sota, 4 pernas. Saímos do PREVELA por volta das 12h e seguimos para o PCSF, onde ficamos aguardando o início da regata. Chegamos em 7º lugar geral e 3º na categoria estreante. Ótimo dia!
Súmula da regata
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
80ª Regata da Escola Naval
Por Leandro do Carmo
Data: 12/10/2026
Local: Escola Naval - RJ
Participantes: Prevela
Essa foi a primeira vez em uma das mais tradicionais regatas do Brasil, a Regata da Escola Naval. A Regata Escola Naval é um evento náutico tradicionalíssimo no Brasil, criado pelo Grêmio de Vela da Escola Naval (GVEN) em 1946, como retribuição aos clubes que isentavam a EN de taxas, tornando-se a maior regata da América Latina, um dia de festa para a Marinha e comunidade, celebrando a vela e a cultura naval na Baía de Guanabara.
Participamos da regata no Escaler que o 90ª GEMAR nos emprestou. Um dia fantástico!
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
53ª Regata CIAGA 2025
Por Leandro do Carmo
Regata CIAGA
Data: 11/10/2025
Local: Charitas - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo
Foi chegando mais um final de semana, e dessa vez participaríamos da Regata CIAGA. No ano passado, a regata não aconteceu por falta de vento. Este ano, a previsão era de vento, e a regata da Classe Dingue aconteceria junto com a etapa do Campeonato Estadual.
Nos encontramos às 9h no Prevela e preparamos os
barcos. Saímos por volta das 12h30. A previsão de largada era às 13h.
Os barcos ficaram reunidos em frente ao Prevela, logo após a Ilha dos Amores. Nossa
comissão era diferente e seguiu para próximo ao ICB. Também seguimos para
lá.
Fizemos apenas duas das três regatas, mas foi o
suficiente para uma boa velejada.
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
Conquista no Morro do Morcego – Projeto antigo do Leandro Pestana – Segunda Investida
Por Leandro do Carmo
Conquista no Morro do Morcego – Projeto antigo do Leandro
Pestana – Segunda Investida
Data: 04/10/2025
Local: Jurujuba - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Marcos Lima
Vídeo da conquista
Relato da conquista
Depois que reiniciamos o projeto, fiquei pensando na linha
da conquista. Era hora de voltar. Estava fazendo muito calor, e minha ideia era
apenas acertar o que havíamos iniciado na investida anterior, quando a broca
quebrou e não consegui concluir o trecho. Perguntei ao Velhinho se ele queria
ir lá. Ele tinha um compromisso, então resolvemos nos encontrar às 6h da manhã.
Assim, ele ficaria livre cedo e, de quebra, evitaríamos o calor. Nos
encontramos em frente à Igreja de São Pedro de Jurujuba. Dali seguimos para a
base da via.
Nos arrumamos e eu segui guiando esse trecho, já preparado
para colocar uma chapeleta nos primeiros 30 metros, deixando pronto o ponto de
rapel. Dali, segui até a chapeleta que eu havia batido e que ficou para fora.
Nesse ponto, coloquei uma parada dupla. O Velhinho subiu e, já na parada,
resolveu continuar esse trecho. Pegou todo o equipamento de conquista e subiu
por um caminho diferente do que eu havia feito na investida anterior.
Lá no alto, colocou uma chapeleta e eu subi em seguida,
conferindo o caminho. Acabei indo para o local onde havia feito um furo na
investida passada, ponto onde a broca quebrou. Ali percebi que esse era o
melhor caminho. Foi difícil convencer o Velhinho, mas ele concordou. Peguei a
furadeira e o material de conquista, colocando mais uma chapeleta. Dali subi um
pouco e coloquei outra em um lance mais delicado. Me posicionei precariamente e
comecei a furar. A perna começou a tremer. Não havia colocado cliff e, se
caísse ali, iria em cima de um cacto e ainda pendularia, pois o Velhinho estava
bem mais à esquerda. Consegui aliviar um pouco o peso e dei descanso para a
perna. Antes mesmo de apertar a porca da chapeleta, já havia passado a
solteira. Cair, eu não cairia mais.
Nem eram 8h da manhã e o sol já estava forte. Ainda bem que
começamos cedo. Vi uma boa passada para cima e resolvi subir, colocando mais
uma chapeleta. Olhei um trecho claro da rocha e subi em sua direção. Achei um
bom pé e uma boa mão. Ali foi mais fácil e consegui colocar outra chapeleta.
Uma cordada formada pela Letícia e pelo Hebert estava na Paredão Juratan
Câmara, e desse ponto onde eu estava conseguia vê-los perfeitamente. Com a
facilidade dessa instalação, resolvi arriscar e subir mais um pouco. Fui em
direção a um buraco que ficava numa pequena diagonal para a esquerda. Com duas
passadas, cheguei nele por baixo e percebi uma grande agarra. Dali subi um
pouco e me posicionei no alto dele, colocando mais uma chapeleta.
Nesse ponto, fiquei na dúvida sobre o caminho a seguir.
Havia duas opções: seguir numa diagonal para a esquerda, chegando a um bom
platô e dali subir — mas eu não via boas agarras; ou seguir reto para cima de
onde estava. A segunda opção era a mais curta para chegar ao grande platô de
vegetação acima, mas talvez a mais difícil. Achei melhor descer e deixar para
uma próxima investida. Desci de baldinho até a parada e o Velhinho subiu para
repetir o lance recém-conquistado, rapelando em seguida. Tentamos tirar a porca
do parabolt que havia ficado mal batido, mas não conseguimos. Tentaremos na
próxima investida.
Na descida, aproveitei para duplicar o ponto de rapel. Já na
base, ficamos observando a cordada da Letícia e do Hebert repetindo a Paredão
Juratan Câmara. Conseguimos vê-los no crux. Ficamos ali vendo-os passar e só
fomos embora quando os dois estavam na parada dupla, antes do cume.
Para quem iria apenas colocar as chapeletas que faltavam,
até que avançamos bem na conquista.
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Trilha da Serra da Bolívia, primeira vez da Alice
Por Leandro do Carmo
Trilha da Serra da Bolíva, primeira vez da Alice
Data: 28/09/2025
Local: Itaocara – RJ
Participantes: Leandro do Carmo, Leonardo Carmo e Alice Carvalho
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| Vista do cume |
Relato da trilha da Serra da Bolívia
Aproveitei que já estava em Itaocara e subi novamente a
Serra da Bolívia, fazendo a dobradinha perfeita: remada e caminhada. Na
verdade, eu estava em Aperibé, na casa do Jefferson, pois o rio Paraíba do Sul
delimita as duas cidades.
Foi no XI Encontro dos Amigos da Canoagem, em 2022, que
levei o João ao topo da Serra da Bolívia pela primeira vez. Na época, ele tinha
10 anos. Por coincidência, a Alice, também com 10 anos, faria sua primeira
subida à serra. O João não quis ir dessa vez.
A Alice estava bem animada para subir e fomos dormir no
sábado já fazendo os planos para o dia seguinte. Ela, como sempre, deixou tudo
arrumado. Acordamos cedo, tomamos café e seguimos para o início da caminhada.
Chegamos rapidamente ao ponto de partida e começamos a trilha. Entramos ao lado
direito de uma porteira e seguimos por um caminho entre duas cercas até o
início da linha de cumeada. Dali, viramos à esquerda e começamos a subir em
direção à serra.
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| Caminhada no pasto |
Passamos por algumas cercas, algumas delas eletrificadas,
até começarmos a subir pelo pasto. O dia estava bem agradável e fomos ganhando
altitude rapidamente. Um cachorro começou a nos acompanhar. Passamos pelo
primeiro trecho técnico sem grandes dificuldades. Dali, subimos pelo pasto, sem
um caminho muito definido, até chegar a um belo mirante. Já podíamos ver
Itaocara dali. No alto, algumas cabras selvagens nos observavam. Demos uma
rápida descansada e continuamos subindo, indo direto ao segundo trecho técnico
— talvez o mais difícil da caminhada. Subimos rápido e passamos por um caminho
bastante escorregadio. Um pouco mais acima, começamos a subir por um lajeado.
Estávamos num bom ritmo e a Alice sem reclamar. O cachorro
continuava nos acompanhando e foi nosso companheiro durante toda a caminhada.
Mais acima, passamos pelo terceiro trecho técnico da trilha e alcançamos o
primeiro cume — olhando de Itaocara, é o que fica à esquerda. Dali, a vista já
era fantástica. A manhã estava bem aberta e foi possível ver o horizonte com
clareza.
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| Chegada ao primeiro cume |
Após um breve descanso, voltamos a caminhar e, assim que
entramos numa área com bastante vegetação, a Alice disse que viu um macaco.
Começamos a procurar e consegui vê-lo num galho bem distante. Ele não ficou ali
por muito tempo e logo o perdemos de vista.
Mais à frente, passamos por um bom local para acampamento e
seguimos por grandes blocos. Descemos um pouco e chegamos ao último trecho
técnico. O local estava bem erodido, como se muita gente passasse por ali. Mas
percebi que havia bastante cocô de cabra no entorno — acho que elas são as
responsáveis pela erosão. Nesse ponto, já não víamos mais o cachorro. Subimos
com cuidado, passando por um trecho mais exposto, usando uma árvore seca como
apoio. Dali, subimos mais um pouco e chegamos ao cume. Lá de cima, avistamos
novamente um macaco-prego, que ficou nos observando por um tempo até
desaparecer em meio à vegetação.
Do alto, podíamos ver o rio Paraíba do Sul serpenteando até
perder de vista. Dava para ver o distrito de Batatal, Itaocara, Aperibé, a
cadeia de montanhas do Parque Estadual do Desengano e, bem ao fundo, consegui
pela primeira vez identificar a Pedra Lisa, em Campos. Um dia perfeito.
Já era hora de voltar, e iniciamos a descida. Quando
chegamos à parte mais exposta, o cachorro estava lá. Acho que ele tentou subir
e não conseguiu, ficando ali esperando. Meu irmão teve que pegá-lo no colo umas
duas vezes, pois ele não conseguia descer. Dali para baixo foi mais tranquilo.
Descemos rápido e logo chegamos ao carro novamente.
Ainda aproveitamos para dar um passeio de barco com o Jefferson, fechando mais um grande final de semana. Até o próximo encontro!
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| Caminhada no pasto |
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| Primeiro trecho técnico |
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| Trecho próximo ao cume |
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| Alcie e seu companheiro de trilha |
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| Caminhada no lajeado |
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| Serra da Bolívia vista de um trecho do Rio Paraíba do Sul |
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| Ataque ao cume |
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| Início da caminhada |
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| Subida |
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| Mirante |
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| Área de acampamento |
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| Segundo trecho técnico, o mais exposto |

















































