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quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Escalada na via Aurora Boreal

Por Leandro do Carmo

Via Aurora Boreal

Dia: 07/06/2025
Local: Niterói - RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Hebert Calor

Relato

Combinamos cedo, apesar de não estar tanto calor como há alguns meses atrás. Chegando em Itacoatiara, seguimos direto para a base da via. Caminhamos pelo Costão, paralelos a praia e começamos a subir na direção ao grande platô. Alguns sentem essa subida. A exposição é grande. É mais psicológico do que qualquer outra coisa. Essa seria a minha segunda vez na via, porém, na primeira, eu não havia feito toda. Revezei a guiada com o Velhinho e ele guiou a última enfiada. Falta essa!

Logo chegamos à base da via e nos equipamos. O dia estava nublado, mas firme. Segui para a primeira enfiada, que fiz bem rápido. Uma linha bem reta sem muitos problemas. Há paradas dupla de 30 em 30 metros. Optamos por fazer as enfiadas de 60 metros para agilizar. O Hebert chegou em seguida, também subindo rápido. A segunda enfiada foi um pouco mais difícil. Peguei uma diagonal curta para a direita e depois segui subindo, passando por um buraco e parando logo acima. Havia passado o primeiro crux da via. O Hebert demorou um pouquinho mais, porém chegou sem problemas. Aproveitamos para fazer algumas fotos e nos preparamos para a terceira enfiada.

Dali, segui numa diagonal mais longa para a direita e acabei pulando uma dupla, que só percebi quando estava bem mais acima. Olhei para baixo e vi que já estava bem longe da última proteção. Quando olhei para o lado, vi que a dupla bem mais para o lado. Era tarde, era melhor seguir subindo do que descer. Continuei subindo e finalmente consegui costurar. Mais acima, o segundo crux da via. Passei tranquilo e segui subindo, agora numa leve diagonal para a esquerda, onde costurei a última chapeleta. O Hebert veio em seguida. Subiu sem problemas, passou por mim e seguiu direto para o cume.

É muito bom chegar ao cume e ele estar vazio. Poucas pessoas estavam lá em cima. Arrumamos todo o equipamento e seguimos o caminho de volta. Agora sim podia falar que tinha feito a Aurora Boreal!








quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Via Luiz Arnaud

Por Leandro do Carmo

Via Luiz Arnaud

Dia: 10/05/2025
Local: Niterói - RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Débora Martins

Via Luiz Arnaud

Relato da escalada na via Luiz Arnaud

Há um tempo sem escalar no Morro do Tucum, mais conhecido, simplesmente como Costão de Itacoatiara. Abri a atividade no site do CNM com duas vagas e logo foram preenchidas. Como deixei a possibilidade de uma vaga extra para quem fosse guiar, a Bibi apareceu de última hora. Éramos quatro agora, eu, Débora, Bia e a Bibi.

Combinamos cedo, para escapar do sol. Se escalássemos rápidos, pegaríamos sol apenas na parte final da escalada. Chegando em Itacoatiara, seguimos direto para a base da via. Caminhamos pelo Costão, paralelos a praia e começamos a subir na direção do grande platô da base. Alguns sentem um pouco essa subida, quase igual a primeira enfiada da via, só que sem proteção. Subimos devagar e, já na base, nos equipamos. A Bibi e a Bia foram fazer a Aurora Boreal.

Repassei algumas coisas com a Débora e comecei a escalar. Essa primeira enfiada é muito tranquila e em muitos trechos, dá para ir caminhando, literalmente. A Débora subiu em seguida, também sem dificuldades. Já na parada, conversamos um pouco e passei algumas dicas, pois a segunda enfiada tem uns lances um pouco mais difíceis que a primeira. Já pronto, saí para guiar a segunda enfiada. O dia estava bem bonito e comecei mostrando alguns lances passando algumas dicas. Achei que fosse conseguir ver a cordada da Bibi e da Bia, mas não dava para ver ninguém.

No trecho mais vertical, avisei para a Débora que ali estava o lance mais difícil da enfiada. Subi mais um pouco e montei a parada e mandei a Débora subir que começou a escalar logo em seguida. Subiu devagar, mas passou o trecho bem, seguindo para a parada. Já na parada, descansamos bem, pois a próxima enfiada pegaríamos o crux. Pedi para ela olhar bem por onde eu subiria. E assim comecei a terceira enfiada.

Costurei a primeira e a segunda chapeleta e entrei num canaleta, onde venci o lance quase num movimento de tesoura. Optei costurar a chapeleta acima do crux para evitar um pêndulo do participante, mesmo que esse movimento dificulte a retirada da costura. Dali, subi para a parada, de onde dei segurança para a Débora subir. Ela subiu com um pouco de dificuldade, mas conseguiu passar o crux. Na parada, um merecido descanso para a última enfiada.

Segui pela diagonal e avisei que perderíamos contato logo que começasse a subir em direção a última parada. Quando cheguei lá, via que conseguiria contato. Avisei para ela subir. A Débora começou a escalar devagar, já cansada pela via. Deu uma parada rápida para descansar, já próxima do fim. Dei um incentivo e ela voltou a subir, chegando a parada logo em seguida. Pronto, estávamos no cume do Costão. Via Luis Arnaud concluída!

Vi uma mensagem do Leandro Conrado que estava na praia e foi acompanhando a cordada da Bia e Bibi. Demoraram um pouco mais chegaram. Agora sim, todos no cume. Aí foi pegar o caminho de volta e curtir um pouquinho do sol de Itacoá.




Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud

Via Luiz Arnaud



domingo, 13 de abril de 2025

Via Recuperação, a primeira escalada da Alice

Por Leandro do Carmo

Via Recuperação – Primeira Escalada da Alice

Dia: 19/12/2024
Local: Campo Escola Ary Carlos – Niterói - RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Alice Carvalho

Escalada na via Recuperação

Vídeo

Relato

Fazia um tempo que a minha filha Alice estava me pedindo para escalar. Aproveitei que tiraria uns dias de férias em dezembro e perguntei se ela queria escalar. Ela ficou toda empolgada. Peguei uma sapatilha infantil no Clube Niteroiense de Montanhismo, pois a que tinha em casa ainda não era o tamanho do pé dela. Chamei o Velhinho para nos acompanhar. Assim ele poderia ir dando um porte ao lado dela, caso precisasse. Tem uma via no Campo Escola Ary Carlos que conquistei junto com o Marcelo e o Luis que é ideal para a primeira escalada de alguém. É a Via Recuperação. São quase 90 metros e se emendar na Via Didática, fica uma escalada bem interessante e com uma vista bem bonita, para o grau da via.

Acordamos cedo e passei na casa do Velhinho e de lá seguimos para início da trilha. A caminhada foi rápida e perto da base encontramos dois filhotes de urubu que se afastaram logo assim que chegamos perto da base. Ali no arrumamos e passei algumas orientações para a Alice. Subi puxando a corda e parei logo na primeira dupla, com quase 30 metros. Não queria ficar muito longe. A Alice veio subindo, passando o primeiro crux sem problemas. O velhinho seguiu solando bem perto. Pensei que a Alice fosse se enrolar para tirar as costuras, mas ela foi bem e não teve problemas.

Da primeira parada, segui para a segunda, passando por um trecho bem mais sujo. Alice subiu em seguida e ainda falei para ela ter cuidado com os espinhos de um cacto próximos. Vimos uma cordada na Golpe da Cartão. Mostrei para ela a vista e como já estávamos alto. O negócio dela era saber o quanto nós subiríamos. Ela estava tranquila e isso foi dando mais confiança. Saí da segunda parada, e subi mais um pouco, passando pelo segundo crux. Um trecho de aderência e um pouco mais técnico. Mas ela subiu rápido e logo estávamos na terceira parada, já no final da via.

Dali, emendamos na via Didática e paramos um pouco mais acima. Estávamos num excelente ritmo e seguimos subindo. Pulei uma parada e parei numa proteção simples mais acima, um pouco mais confortável. Alice estava bem feliz e nem sinal de cansaço. Saímos para o último trecho da escalada e o mais bonito, com lances mais verticais. Ela veio rindo e brincando com o Velhinho e logo chegou ao Mirante do Carmo. Batemos uma foto para deixar registrado, a primeira escalada a gente nunca esquece! Será?

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação

Escalada na via Recuperação



Via Entre Quatro Paredes - Invasão

Por Leandro do Carmo

Dia: 20/11/2024
Local: Niterói - RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Ricardo Bemvindo

Via Entre Quaro Paredes


Relato

O Clube Niteroiense de Montanhismo organizou mais uma invasão em comemoração ao aniversário do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Nos encontramos as 7h 30min para a tradicional foto, no gramado em frente ao Costão de Itacoatiara. Quando cheguei já tinham algumas pessoas e aos poucos fomos organizando as cordadas. Algumas pessoas nem esperaram e já seguiram para a base das vias. O dia estava aberto e a previsão era de forte calor.

Aos poucos, todos se organizaram e iria fazer cordada com meu amigo de trabalho, o Ricardo. Já fazia uns três anos que ele não escalava e sugeri seguir para a face leste, pois é o local com vias mais acessíveis e onde tem menos procura, comparada com a faze oeste, a que sai da praia.  Dali seguimos andando. Minha ideia era seguir até a base e ver qual via tinha menos gente.

Já na base, vi que a Entre Quatro Paredes só tinha a cordada do Leandro Conrado com a Amanda. Perguntei se daria para fazer também. Com tudo acertado, nos equipamos aguardei o Leandro Conrado subir até a primeira parada para começar a escalar. A Ideia era não atrapalhar muito. Assim que ele chegou, iniciei minha subida. Segui rápido, passando pelo crux. Passei pelo Leandro, fazendo a horizontal. Dá um arrasto na corda, mas optei por seguir para não atrapalhar muito.

Na última vez que fiz essa via, havia feito a horizontal mais por cima, dessa vez, resolvi fazer bem por baixo, próximo à vegetação. Isso facilitou bastante. Do outro lado da horizontal, subi um pouco e montei a parada no grampo acima. O Ricardo veio em seguida. Sentiu um pouco os quase 3 anos sem escalar. Já após a horizontal, parou um pouco e reclamou da panturrilha. Avisei que o pior já havia passado.

Segui para a próxima enfiada, subindo tranquilo. Em alguns trechos é possível subir andando pela positividade da parede. Montei a parada e o Ricardo subiu em seguida. Dali podíamos ver várias outras cordadas, tanto na Novos Horizontes, quanto na Mário Motta Jr e Alan Marra. A cordada do Leandro veio em seguida. E optei por fazer uma variante que conecta a via Entre Quatro Paredes com a Mário Motta Jr, também conhecida como Bombeiros. Essa variante eu havia feito há alguns meses e achei uma ótima opção, pois faríamos mais uma enfiada.

Subi, encontrando uma cordada na Mário Motta Jr. Passei direto e dei segurança já no final da via. O Leandro fez a via normal, terminando um pouco mais abaixo. Ali nos encontramos com várias outras cordadas que haviam subido por outras vias e faces do Costão. Era hora de arrumar as coisas e seguir para churrasco. Que venham mais eventos como esse.

 

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes

Via Entre Quaro Paredes


sábado, 5 de abril de 2025

Escalada na via Pedra, Papel e Tesoura - Costão de Itacoatiara

Por Leandro do Carmo

Dia: 09/11/2024
Local: Itacoatiara – Niterói RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Luís Avellar

Escalada na via Pedra, Papel e tesoura - Costão de Itacoatiara


Vídeo

Relato

Eu doido para escalar final de semana, mas não parava de chover. Havia falado com o Luis e ele tinha sugerido escalar em Itaocaia, pois lá seca bem rápido. Mas não estava muito confiante e na sexta feira, perguntei se daria para escalar em Itacoatiara. Pensei que se a chuva não desse trégua e estivesse molhado ou começasse a chover, seria mais rápido voltar. O Luís topou e ainda disse que não iria chover.

Pense num cara otimista. Esse é o Luís. Ele levou bem a sério o mantra de que escalada só se desmarca na base. Amanheceu ruim e deu um chuvisco. Falei com o Luís e ele confirmou. Bom, era ir e tentar a sorte. E que bom que fomos! Cheguei em Itacoatiara e estava bem nublado, mas olhando para a pedra já estava bem seco. Só tinha água escorrendo em alguns trechos com vegetação, mas fora das vias. Só tinham dois surfistas na água, apesar das ondas. Pra vocês verem o quanto estava ruim. Ninguém acreditava, só o Luís.

Caminhamos pelo costão até entrar no caminho de pescador, atravessando a grande vegetação. Num determinado ponto, pegamos uma subida até chegar à base das vias. O início fica ao lado esquerdo da via Par ou Ímpar!?. Nos arrumamos e o Luís perguntou se eu queria guiar. Como já estava há um tempo sem escalar, preferi não arriscar. O Luis guiou a primeira enfiada e eu fui logo em seguida. O primeiro trecho é bem tranquilo, sem problemas.

Na parada, ele me disse para ficar ligado, pois entre o primeiro e o segundo grampo, numa eventual queda, o guia pode chegar ao platô, com isso deixei a corda bem justa. Ele subiu tranquilo. Comecei a escalar e já percebi a diferença. Os lances seguiam bem verticais, com pequenas agarras, algumas ainda quebrando. Os lances são bem técnicos e não há muito espaço para descanso. Passei o primeiro crux e segui para a parada. Foram 35 metros bem fortes. Na parada tivemos a certeza de ter acertado no dia. Estava muito agradável. Nada de calor e nada de chuva. Condições perfeitas.

O Luís guiou a terceira enfiada. Subi em seguida. A parede continua vertical. Senti mais dificuldade que na enfiada anterior. Fui ganhando altura com lances mais delicados. Num trecho, ameacei ir para a direita e o Luís, lá de cima, avisou que era melhor para a esquerda. Fui desescalar uma passada e caí, voltando ao ponto de saída. Fui pela esquerda e consegui vencer o lance, o que considerei o mais difícil da via. Dali para cima, subi rápido até a parada da via Par ou Ímpar!?.

Já na parada, comentamos o quanto estava agradável o dia. A via é forte, mas com lances bem suaves. Vale muito a pena e é uma excelente opção de via mais curta. Ao fundo em direção da Pedra do Cantagalo, caía uma chuva e ela se aproximava. Resolvemos rapelar dali, visto que a trilha do Costão estava fechada, devido as condições do tempo. Fizemos 3 rapéis até a base, onde arrumamos tudo e seguimos de volta até a praia.

Para quem não confia na previsão do tempo, faz uma consulta ao cara mais otimista que conheço. Luís é o cara que só desmarca escalada na base.

Escalada na via Pedra, Papel e tesoura - Costão de Itacoatiara

Escalada na via Pedra, Papel e tesoura - Costão de Itacoatiara


Escalada no Tibau

Por Leandro do Carmo

Dia: 02/11/2024
Local: Piratininga – Niterói RJ
Participantes: Leandro do Carmo, Camila Chaves, Marcos Velhinho, Vanessa Berton, Alberto Porto, Leandro Conrado, Amanda e Débora.

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA


Relato

Estava há quase dois meses sem escalar. Em uma reunião social do CNM, aproveitei que o Velhinho estava marcando uma escalada com o pessoal do CBE 2024 e já me meti nas cordadas. A última vez que fui ao Tibau, fiz a Mestre dos Pés (6º VI E1/E2 D1 90 m) e a Contextos Diferentes (5º Vsup A0 E1 D1 60 m) com o Luis Avelar.  

Chegamos cedo e nos encontramos próximos à rua que dá acesso à trilha. O local está sendo urbanizado e tudo está asfaltado. Está ficando bem bonito o bairro. Dali, seguimos a estradinha de chão, até pegar a subida das jaqueiras. Depois de andar um pouco, chegamos à base das vias. O bom é que fica na sombra. Isso aliviou um pouco. Dividimos as cordadas e a Vanessa e o Alberto foram com o Velhinho, Débora e Amanda, com o Leandro Conrado e a Camila foi comigo.

Eu e a Camila entramos primeiro na Segue o Velhinho (4º E2 45 m). Primeira enfiada tranquila até a primeira dupla, onde dá para emendar na Speedrun. A Camila subiu em seguida. Dali parti para a próxima enfiada. Passei rápido pelo crux e toquei até ao final, onde montei a parada e puxei a Camila. O dia estava bem bonito e pudemos acompanhar as cordadas ao lado e nos divertir com o Velhinho. Rapelamos rápido até a base e seguimos para outra via. O bom de escalar no Tibau é a possibilidade de poder fazer várias vias no mesmo dia.

Optamos por entrar na Nervos de Aço (IVsup E2 50 m). Passei pela base da via Toda Forma de Amar e desci num trecho meio ruim para chegar à base. A via segue bem protegida com boas agarras e passadas bem suaves. Optei por fazer duas enfiadas, como havia feito na Segue o Velhinho. Fizemos rápidos e lá no alto, pudemos apreciar a bela vista num dia maravilhoso. Aproveitei para fazer alguns vídeos com o drone. Dali rapelamos até a base. Na descida, vi uma pedra caindo e passando bem perto da Amanda e do Leandro que estavam na base. Por isso a importância do capacete.

Já na base, nos preparamos para ir embora, hoje não podia demorar muito. Descemos rápidos e logo estávamos novamente no carro.

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA

ESCALADA NO TIBAU - PIRATININGA