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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Regata 68º Aniversário do PCSF

Por Leandro do Carmo

Regata 68º Aniversário do PCSF – Ranking PCSF 2026

Data: 11/07/2026
Local: Charitas – Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo Lima


Resultado da Regata:



Classificação do Ranking


Barcos na regata



Essa foi a tradicional regata em comemoração ao aniversário do Praia Clube São Francisco, que completava 68 anos. A previsão de vento não era boa, como na última regata. Mas fomos na expectativa de que pudesse melhorar. Chegamos cedo ao PREVELA e já havia um ventinho. Preparamos tudo e,na hora em que saímos, as condições já eram melhores. Pelo menos, conseguimos chegar ao ponto de largada. Essa era uma regata também com veleiros oceânicos, o que a tornava uma atração à parte. Velejar entre esses grandes veleiros é bem bacana. Conseguimos ver o percurso no barco da comissão e avaliamos nossa estratégia.

Consegui me posicionar bem na linha e até que larguei bem. Havia melhorado consideravelmente minha largada; apesar de ainda não ser o ideal, vou evoluindo. Seguimos para a primeira boia e o vento foi parando. Optei por fazer um trajeto diferente, me afastando, assim como na regata anterior, da Estrada Fróes. Consegui velejar bem e ficar à frente em alguns momentos. Já próximos à boia, ficou-se num impasse, e acabamos indo numa boia de que nem precisávamos, errando o percurso, mas isso não comprometeu a regata. Quase todos juntos, fomos para a boia correta e, depois que passamos por ela, o vento parou de vez e, em alguns momentos, ficamos literalmente boiando.

Lembrou muito a regata passada e, certo de que o vento chegaria a qualquer momento, continuei firme, tentando fazer o barco andar. Em determinado momento, senti uma brisa mais forte e, quando olhei para a frente, vi que estava entrando uma rajada. Falei para o Fernando, que estava um pouco atrás: “Olha o vento!”. Poucos segundos depois, o barco começou a andar e logo pegou velocidade. Já havia perdido algumas posições e, pelas minhas contas, estava na quarta colocação. Mas, próximo à boia, fui ultrapassado, seguindo em quinto até o final da regata.

Só depois que recebi a súmula vi que havia terminado em oitavo. Três barcos largaram e chegaram sem que eu nem visse!



segunda-feira, 21 de setembro de 2026

51ª Regata DPC

Por Leandro do Carmo

51ª Regata DPC

Data: 20/06/2026
Local: Charitas – Niterói – RJ
Participante: Leandro do Carmo e diversos




Vídeo da 51º Regata DPC

A Regata DPC (Diretoria de Portos e Costas) é um tradicional evento náutico brasileiro realizado na Baía de Guanabara. Criada em 1972 por iniciativa do vice-almirante Hilton Beirutti e do então comodoro do Iate Clube de Icaraí, Alzir de Castro Faria, a competição celebra a união entre a Marinha do Brasil e a comunidade da vela. Este ano, foi realizada a 51ª edição. Atualmente, vem sendo coorganizada por instituições como o Clube Naval Charitas e a Federação de Vela do Rio de Janeiro (FEVERJ), reunindo grande parte da flotilha fluminense.

Estava bem animado para correr essa regata. Eu competiria na classe Dingue, mas Marcelo Barros conseguiu um escaler com o 90º GEMAR para que o Prevela pudesse participar. Essa seria minha primeira vez em um escaler. O escaler é uma embarcação tradicional de propulsão a remo e/ou vela, muito utilizada para treinamento de marinharia, salvatagem e competições esportivas militares, especialmente pela Marinha do Brasil e por grupos escoteiros. Ele é reconhecido por sua estabilidade e por promover o trabalho em equipe. Pode acomodar de 6 a 12 pessoas, dependendo do tamanho.

Durante a semana, organizamos a tripulação e combinamos de chegar às 7h30aoPrevela para pegar os coletes e, de lá, seguir para o Clube Naval de Charitas. Já no Naval, começamos a preparar o escaler. Içamos as velas e fizemos os ajustes necessários. A previsão era de vento fraco, e isso era um problema. A brisa soprava fraca e, já próximo ao horário da largada, a previsão se confirmou. Saímos com um ventinho nada convidativo e, com muito custo, deixamos o píer do clube.

Dividimos as tarefas e cada um ficou responsável por alguma coisa no barco. E tinha bastante coisa a fazer. O escaler possui três velas e sempre exige trabalho. Demos alguns bordos próximos ao barco da comissão e acompanhamos a largada dos veleiros oceânicos. Chegou a nossa vez de largar, e o vento estava bem fraco. Conseguimos velejar bem dentro dessas condições. Já próximos ao Morro do Morcego, o vento foi parando de vez. Havia uma corrente contra e, em alguns momentos, o escaler parecia andar para trás. Avançamos lentamente até contornar a Ilha da Boa Viagem.

Nesse ponto, o vento aumentou um pouco e conseguimos montar a boia da Maria Thereza, retornando com muito custo. O vento parou novamente e ficamos literalmente à deriva. O tempo foi passando e nada. Já estava entardecendo quando pedimos ajuda à comissão, que enviou um barco de apoio para nos rebocar até o Naval. Foi uma experiência bacana. Poderia ter sido melhor, mas sempre vale o aprendizado.

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC

51ª Regata DPC



quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Regata Mestre Inácio

Por Leandro do Carmo

Regata Mestre Inácio

Data: 24/05/2026
Local: São Francisco - Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo Lima



Regata Mestre Inácio







Relato

Essa seria a segunda regata do Ranking da Flotilha Ventania, do Praia Clube São Francisco. Quando saiu a Instrução de Regata, fiquei animado, pois as duas possibilidades percurso eram interessantes. Uma largava no PCSF, seguia até boia da Maria Theresa, após a Ilha do Boa Viagem, depois seguia para a boia verde em frente ao Prevela, montava a boia encarnada do ICI, voltava na boia verde e terminava entre a Torre do PCSF e uma boia laranja. O outro percurso largava no PCSF, seguia para a boia de Perigo isolado em Jurujuba, montava a boia verde em frente ao Prevela, montava a boia encarnada do ICI, voltava na boia verde e terminava entre a Torre do PCSF e uma boia laranja. Agora era esperar e verificar no dia, qual seria o percurso.

Chegamos cedo ao Prevela e começamos a montar os barcos. Como tínhamos tempo, pudemos fazer tudo com calma. Mas, mesmo assim, sempre temos algum contratempo na saída. Dessa vez, conseguimos levar 7 dingues e só não levamos mais porque não tinha timoneiro. Saímos com um vento fraco e chegamos ao PCSF por volta das 13h 20min. Verifiquei na comissão de regata que o percurso seria o da boia da Maria Theresa, o mais longo. O vento não estava dos melhores, mas as condições eram boas.

Foi dado o sinal de 5 minutos e tratei de identificar a melhor estratégia para a largada. Dessa vez conseguimos largar bem e mantivemos um bom ritmo durante esse primeiro trecho da regata e mantendo boa distância para os que vinham atrás. O vento foi aumentando a medida que nos aproximávamos da Ilha da Boa Viagem. Assim que a ilha estava a nosso boreste, entramos numa empopada até montar a boia. Acho que abrimos muito e perdemos um pouco da distância que tínhamos para os barcos de trás.

O vento melhorou consideravelmente e seguimos para a boia. Estávamos disputando o terceiro e quarto lugares, mas perdi duas posições nessa perna, montando a boia verde em quarto lugar. Dali segui firme na quarta posição e fiz minha melhor manobra, montando a boia. Só que a decisão de mudar o bordo, não foi feliz e acabei perdendo a quarta posição. Segui em quinto até o final da regata. Apesar dessa última tomada de decisão não ter sido a melhor, fiquei bem satisfeito com o desempenho. Aos poucos vamos melhorando.

Fizemos uma parda no PCSF e aguardamos a premiação, indo embora em seguida. Aí é aquele trabalho de sempre, desmonta barco, arruma tudo, carrega barco....

Terminamos tudo eram quase 19h. Um dia longo! Aguardando ansioso a próxima regata.

Regata Mestre Inácio


Súmula da Regata 

Regata Mestre Inácio

Regata Mestre Inácio



Regata Mestre Inácio
Regata Mestre Inácio



quarta-feira, 8 de julho de 2026

Regata Transararuama 2026

Por Leandro do Carmo

Regata TransAraruama 2026

Data: 02/05/2026
Local: São Pedro da Aldeia – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Marcelo de Barros

Regata Transararuama 2026



Histórico da Regata TransAraruama

A Regata TransAraruama é o maior evento de vela da Região dos Lagos (RJ), realizado anualmente na Laguna de Araruama — a maior lagoa hipersalina do mundo. A competição reúne centenas de velejadores profissionais e amadores em um cenário privilegiado entre os municípios de São Pedro da Aldeia e Araruama, consolidando-se como referência no turismo esportivo e náutico da região.

A regata carrega uma trajetória de mais de 30 edições históricas, originalmente promovidas pelo Camping Clube do Brasil (CCB), cuja chegada acontecia na antiga sede do clube em Ponte dos Leites, hoje desativada. Essa longa tradição evidencia a vocação náutica antiga da Laguna de Araruama.Em maio de 2024, o evento ganhou uma nova era ao ser retomado oficialmente pela AVELA – Associação dos Velejadores da Lagoa de Araruama, que assumiu a organização e o transformou em um evento anual de domínio público, estando na sua terceira edição.

A largada acontece Praia da Praça das Águas (Praça Hermógenes Freire da Costa), no centro de São Pedro da Aldeia, escolhida pela excelente infraestrutura — tendas, cercados para guarda dos barcos, banheiros e segurança. A chegada é na Praia das Virtudes, em Praia Seca (Araruama), local livre de pedras e bancos de areia, com ampla área para atracação segura e suporte da Escola de Vela UPWIND 1.

Vídeo da Regata Transararuama

Relato da Regata Transararuama

Eu acompanhei a criação da AVELA e os trabalhos para reativar a Transararuama e tinha uma vontade muito grande em participar dessa regata. A primeira regata do que eles apelidaram da “era moderna” foi em 2024 e eu não tinha experiência para poder participar. A de 2025, não consegui ajustar a logística. Não poderia deixar passar esse ano. A opção que tinha para esse ano era ficar na casa da minha avó em Figueira e partir dali, visto que o final da regata era em Praia Seca, bem ao lado. Meu irmão topou ajudar na logística, me levando até São Pedro da Aldeia e retornando com o carro. Assim, combinei com a família de aproveitar o feriado lá na região.

Primeira parte da logística foi ajustada. Faltava agora resolver se eu iria sozinho no meu Europa ou se conseguiria levar algum Dingue para correr com alguém. Confesso que estava bem na dúvida, pois a regata do ano passado foi muito dura por conta do forte vento. Não sabia se estava preparado. O tempo foi passando e conversando com o Marcelo, ele topou de participar. Com uma pessoa mais experiente, ficaria mais fácil. Com tudo resolvido, era preparar tudo e escolher o barco na qual iríamos.

O Marcelo acabara de reformar um Ipanema que ele havia adquirido e ele sugeriu que fôssemos nele. Aceitei de primeira e começamos a nos organizar. Primeiro, sugeri que ele fizesse um reforço no ponto os estais eram presos no mastro. Outro ponto, foi a reforma da parte elétrica do reboque, que tive que ajustar. Foi tudo muito corrido, mas conseguimos resolver os pequenos problemas.

Combinamos de viajar na sexta-feira e passaríamos no Prevela para pegar o barco. Mas lembra quando falei que foi tudo corrido? Pois é... Na sexta, meu pai conseguiu um eletricista para fazer a parte elétrica e deixou os cabos montados nas lanternas, eu precisava só colocar no reboque. Só que quando fui fazer isso na quinta a noite, os fios eram pequenos e tive que aumentar tudo e tome cortar fio, descascar fio, emendar fio, parafusar lanterna.... Como tudo pode piorar... Estava escuro e usava uma lanterna de cabeça para conseguir enxergar, até que começou a chover. Aí foi derrota. Ter que ficar lá na chuva, não foi fácil. Mas ao final, deu tudo certo.

Na sexta de manhã, acordei cedo e seguimos para o Prevela. Lá amarramos o barco e pegamos todo o equipamento que levaríamos. Tinha bastante coisa. Ainda bem que o carro é grande. Seguimos viagem e logo após o Cafubá, um caminhão da CLIN, saiu sem sinalizar. Freei mais forte e um carro que vinha atrás deu uma leve batida, ainda bem não amassou nada... Primeira ocorrência... Já estávamos em Praia Seca, quando o carro da frente parou e na hora que pisei no freio, o carro não parou. Bati na traseira do carro da frente... Nada demais, porém o carro da frente amassou a tampa do porta-malas e eu fiquei com o capô levemente empenado. Segunda ocorrência... Pensei: “Pronto, vai dar tudo errado!”

Chegamos à casa da minha avó e aproveitei para dar um pulo na lagoa e tomar um banho. Não era sal grosso, mas do jeito que a lagoa de Araruama é salgada, achei que daria o mesmo resultado. Almoçamos e começamos a fazer os ajustes finais no barco. O que não foi fácil, terminamos por volta das 22h, porém tudo resolvido e prontos para a Transararuama.

Acordamos cedo e seguimos para São Pedro da Aldeia. Fizemos uma vigem rápida, fui bem devagar, já sabendo do problema no freio do carro. Chegamos cedo e conseguimos um excelente lugar para estacionar. Já tinha bastante barco e aos poucos mais barcos foram chegando. Montamos o nosso e aproveitei para regularizar a inscrição do Marcelo, para podermos conectar no aplicativo que seria utilizado para monitoramento durante a regata. Encontramos alguns amigos e o clima era bem agradável. Participamos da reunião de comandantes, que deu as orientações finais para a regata. Agora era só esperar o momento da largada.

Pelo cronograma, seríamos o segundo grupo a largar. E o procedimento para essa largada era ficar com o barco na água e após o sinal, subir no barco e partir. Fizemos os últimos ajustes e fomos para a água. Aguardamos o primeiro grupo sair e nos posicionamos, a espera da nossa vez. Largamos e seguimos em direção ao nosso destino. O Vento estava bem fraco e a velejada rendia pouco. Velejamos boa parte desse início acompanhando dois barcos da classe snipe. Começamos bem e bem ao fundo podíamos ver os outros barcos que largaram depois que a gente. Mantínhamos a distância.

Seguíamos velejando e em alguns pontos estava bem raso e era possível ver o fundo da lagoa. Dadas as condições e direção do vento, resolvemos levantar a vela balão. Eu nunca havia velejado com esse tipo de vela e sempre achava bem bonito. É claro que nosso barco não se comparava aos oceânicos, onde a vela balão se destaca, mas tem seu charme. Nesse momento assumi o leme e o Marcelo seguiu mareando a vela. Foi bem estressante e difícil, mas conseguimos seguir com um bom rendimento. Estávamos aproados à ponta da Acaíra, evitando ao máximo entrar nas enseadas. Em dados momentos, ficava numa posição bem desconfortável.

O vento foi aumentando e precisávamos acertar o rumo do ponto onde deveríamos montar a boia. A vela balão já não rendia tanto e decidimos descê-la. Mas não foi tão fácil quanto eu pensava. Mesmo tendo testado algumas vezes em terra, me enrolei um pouco e perdemos um pouco de tempo. Ajustamos tudo e continuamos em direção à boia. O vento foi melhorando e pelo arquivo do tracklog, atingimos a maior velocidade nesse trecho. Alguns barcos passavam bem distantes, outros mais próximos. Perto de montar a boia, vimos que alguns barcos se afastavam muito e resolvemos mudar a estratégia e em vez de montar a boia e voltar, seguimos mais e aí sim alteramos o bordo. Consegui descansar um pouco, estava exausto. E assim fomos seguindo até cruzar a linha de chegada.

Passando pelo barco da comissão, perguntamos em qual posição havíamos chegado e nos falaram que éramos os primeiros da nossa categoria. Bom, era esperar para ver. Já estava exausto. Procuramos um local para poder chegar com o barco e meus filhos me viram de longe e começaram a acenar. Seguimos até lá.

Não foi fácil, mas a missão estava cumprida. Foram 5 horas de velejada, percorrendo, aproximadamente, 28 km. Descansei um pouco e começamos a desmontar o barco e arrumar tudo. Meu irmão e meu tio nos ajudaram. Aproveitei para comer algo e dar uma volta para curtir o evento. O Marcelo confirmou que havíamos chegado em primeiro lugar na nossa categoria. E, particularmente, não estava muito confiante, mas a ficha só caiu quando chamaram meu nome e o Marcelo na hora da premiação. Nos dirigimos ao palco e levamos a bandeira do Prevela. Foi um orgulho subir ao pódio.

Para quem queria apenas participar da Transararuama, chegar em primeiro foi muito mais do que eu havia pensado. Que venham mais!


Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama

Regata Transararuama



sexta-feira, 19 de junho de 2026

Regata Praiana

Por Leandro do Carmo

Regata Praiana – Ranking Flotilha Ventania PCSF

Data: 26/04/2026
Local: Niterói – RJ
Participantes: Leandro do Carmo e Enzo Lima

Clique aqui para ver o Aviso de Regata

Clique aqui para ver a Instrução de Regata


Essa foi a primeira regata do Ranking Interno da Flotilha Ventania, do Praia Clube São Francisco, em 2026. A minha primeira participação foi em 2023, tendo participado em 2025 também. Tenho um carinho especial por essas regatas promovidas pelo PCSF, primeiro porque foi ali que eu aprendi a velejar, como já publiquei nos relatos anteriores e em segundo, porque o clima de amizade e acolhimento são os melhores possíveis. Nos sentimos em casa, literalmente!

Como sempre, chegamos cedo ao Prevela para as atividades e organizamos tudo. Montamos os barcos, mas sempre tem atraso. Saímos em cima da hora e com o vento fraco, fiquei com a impressão de que não chegaríamos a tempo. Porém, à medida que avançávamos, o vento foi aumentado. Mais uma vez, chegamos em cima da hora. Mas com tempo suficiente para entender como estavam as condições na hora da largada. A largada sempre foi um problema para mim, porém, o Comandante Horário ministrou algumas palestras sobre as regras e as coisas foram ficando mais claras.

Dessa vez consegui largar bem e seguimos para a boia localizada na ponta da Estrada Fróes. O vento havia melhorado consideravelmente. Perdi algumas posições, mas me mantive bem no meio do grupo. Contornamos a boia e seguimos para a próxima, que era uma colocada entre a Praça do Rádio Amador e o Prevela. Dali seguimos na empopada até montarmos a boia do ICI e voltamos no contravento, montamos novamente a boia e seguimos para a última perna, cruzando a linha de chegada em 8º no geral e em 3º na categoria.

Fomos para a premiação e de lá, seguimos para o Prevela, rebocados, pois o vento parou de vez. Aí vem todo aquele trabalho de sempre, desmonta barco, carrega tudo para cima...